gullilara.blogspot.com

terça-feira, 31 de agosto de 2010

E se começa a traçar uma personalidade

Bem como disse, tive problemas e isso afetou minha saúde e tive que ficar em casa. Passei 5 dias maravilhosos acordando e dormindo com minha Gulli (por isso o nome no blog, chamo minha pequena assim).
Vi como está crescendo a pequena Lara, está se tornando um bebezão gostoso, vi o quanto ela é carinhosa, meiga, dócil, risonha (nossa, como ela é risonha), mas não pise no calo dela que essa doçura dá entrada a um gênio turrão, zangado, teimoso e cheia de vontades. A pequena Lara já briga pelos seus direitos, usa seu dialeto zangado com a cara franzida e sombrancelha levantada, que já me mostra o que me espera.
Missão Educar, vamos lá.

Beijos Cá e Lara (personalidade forte)

uma semana longe

É, exatamente uma semana longe e eu já sentia um vazio dentro de mim... isso mesmo, esse blog já faz parte da minha vida, mas foi por motivo de força maior.
Tive um problema estomacal, por nervoso e stress, mas quem disse que a vida seria fácil...?? rsrs
A solução é me apegar ao presente que Deus me deu, essa família linda e forte, o marido perfeito e uma filha linda e todos saudáveis, o resto corremos atrás e bola pra frente.
Bem, vamos lá que tenho muitos assuntos pra falar.

Beijo Cá (agora fortalecida) e Lara

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Gente, eu esqueci...olha a Lara dançando, não é assunto de mãe coruja?
Mil beijos

Festa do Biel

A Lara está uma pequena sociavél, este domingo tivemos outra festa.
Minha bebezinha está um bebezão.
Para TUDOOOO!!!! Como ela curtiu, viu teatrinho, foi na cama elástica (sozinha, pois não sou louca), distribuiu beijos e tchauzinhos e não podia ouvir música que sacudia a fralda.
assim que chegamos, ainda como uma boneca...

No parquinho, já sem o casaco...


Ai ai, ela é linda.
Mto feliz na piscina de bolas.

Na cama elática

Vendo o teatrinho

Beijos Cá e Lalá (a pequena dançante)

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Desmane x Dúvida

Bem, não sei se já falei aqui, mas sempre sonhei em ser mãe e sempre me imaginei nessas atividades rotineiras de mãe.
E sempre sonhei em amamentar, queiria fazer tudo do melhor para meu nenem. Que amamentaria exclusivamente até os 6 meses e junto com a alimentação daria continuídade até os 2 anos.
Sempre fui muito certinha para as coisas saudáveis, mas uma das coisas que me fascinavam na amamentação também era que por um período ficaria loge dos meu traumas e recalques que me acompanha desde a adolescencia: diria adeus aos peitos pequenos e teria seios fartos. Dito e feito, na gravidez abusava dos decotes, era uma mulher de peito.
Veio o nascimento da pequena Lara e como sempre quis, consegui amamentá-la única e exclusivamente até os 6 meses. Era um sonho aquele momento, aquele aconchego. Eu alimentando a minha cria, é simplesmente único.
Então introduzimos coisas novas na alimentação da Lara, papinha doce, depois a salgada (esta segunda com um pouco de rejeição inicial) e com isso a diminuição das mamadas, a consequente diminuição da produção de leite e inevitavelmente, a diminuição dos seios. E o impossível aconteceu: eles conseguiram ficar menores do que eram e com eles a auto-estima também.
E hoje, com a Lara com 10 meses e 2 dentinhos, os quais ela testa durante a mamada, começo a pensar no desmame. Só não sei quando ainda...
Ontem saí de casa decidida a iniciar ontem mesmo, mas dei de cara com uma bebê doida pra se acalmar, matar a saudade e acariciar sua mamãe enquanto esta a alimenta. E agora estou nessa dúvida.....  

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Birra, assunto intrigante

Este assunto é um dos mais temidos entre as mãe, não sabemos qual mágica usar para eliminá-las... achei este texto interessante, segue algumas diretrizes e dicas.

Birra e manha podem ser doença




Vai longe o tempo em que birra e manha explicavam todos os comportamentos das crianças e deviam ser corrigidos com broncas, castigos ou palmadas. Hoje se sabe que os pequenos podem sofrer com vários problemas emocionais.

Estudos revelam que os transtornos ansiosos atingem entre 9% e 15% das crianças e adolescentes. Os mais comuns são o de ansiedade de separação (4%), o de ansiedade geral (2,7% a 4,6%), e as chamadas fobias específicas (2,4% a 3,3%). Veja nesta edição como identificar esses transtornos e ajudar crianças e adolescentes a superar esses problemas.
Transtorno de ansiedade generalizada traz medo e tensão

As crianças com transtorno de ansiedade generalizada (TAG) têm medo excessivo e sentimentos de pânico exagerados e irracionais diante de várias situações. Estão sempre tensas e muito preocupadas com o julgamento que os outros têm sobre o seu desempenho. Precisam exageradamente que as pessoas demonstrem confiança e as tranqüilizem. Têm dificuldade para relaxar, reclamam de problemas físicos sem causa aparente e têm sintomas como palidez, suor excessivo, respiração acelerada, tensão muscular. Tendem a ser autoritárias quando querem que os outros a tranqüilizem.

A criança pergunta o tempo todo se o que as pessoas dizem é verdade, se recusa a iniciar qualquer atividade nova, pede para alguém verificar a lição a cada trecho terminado, mostra-se muito aborrecida e angustiada com o que pensam os colegas de escola sobre ela. Todo ou quase todo o tempo preocupa-se ora com uma coisa, ora com outra, causando tensão e irritação nas pessoas pelo absurdo da situação, sendo difícil acalmá-la. O início deste transtorno costuma ser imperceptível e depois vai se agravando até se tornar intolerável.

Transtorno por separação causa muito sofrimento
Quando a criança ou adolescente reage de forma excessiva ao afastamento dos pais ou de quem toma conta dela – numa idade em que isso não é esperado – e essa reação continua por pelo menos um mês causando sofrimento intenso e prejudicando suas atividades, é preciso verificar se ela não está sofrendo de transtorno de ansiedade de separação.
As crianças ou adolescentes com esse transtorno têm medo de que um acontecimento ruim (acidente, seqüestro, assalto, doença etc.) os afaste definitivamente dos seus pais ou cuidadores. Por causa disso, demonstram apego excessivo, não permitindo o afastamento ou telefonando o tempo todo para saber se os pais estão bem. Em casa, querem companhia para dormir e resistem ao sono, que consideram uma separação sobre a qual não têm controle. Muitas vezes têm pesadelos sobre a perda dos pais e sofrem muito quando têm que ir para a escola, mesmo que gostem e estejam adaptadas ao ambiente escolar.

As reações diante do afastamento dos pais podem incluir dor abdominal e de cabeça, náusea e vômitos, além de palpitações, tontura e sensação de desmaio, nas crianças maiores, causando grande estresse pessoal e familiar. A criança sente-se humilhada e medrosa, tem sua auto-estima reduzida e pode chegar a ter problemas na vida adulta, principalmente o transtorno de pânico.

O que fazer?
Observe atentamente o comportamento da criança, registrando com o máximo de detalhes as suas reações e relacionando as situações, procurando descobrir do que ela tem medo, com que intensidade, há quanto tempo, qual a situação que deu início a esse comportamento etc.

- Procure saber dos professores como a criança se comporta na escola
- Na dúvida, busque a ajuda de um psicólogo
- Participe ativamente do tratamento psicoterápico, cumprindo o que foi combinado
- Se os sintomas forem graves (o psicólogo saberá dizer), procure um psiquiatra porque pode ser necessário entrar com medicação
- Pais, professores, terapeuta e médico devem estar de acordo com relação aos objetivos e métodos do tratamento. Essa sintonia é fundamental

- Se a criança parou de ir à escola, é preciso que ela retorne o mais rápido possível, de forma gradual e respeitando as suas limitações e o seu sofrimento

- A família precisa ser conscientizada do problema e do tratamento proposto, para que todos incentivem a criança a recuperar sua autonomia, da maneira combinada

- Compreenda, abrace, beije, converse, mas não deixe de impor, com firmeza, disciplina e amor, os limites necessários à formação da criança

O que não fazer?

"Diagnosticar" o problema sem uma análise criteriosa: "é birra", "umas palmadas vão dar um jeito" etc.

- Expor a criança às situações das quais tem medo sem orientação profissional, ou pior, usando de violência ou sarcasmo

- Desqualificar a criança, fazendo com que ela se sinta inferior

- Demonstrar irritação, impaciência, gritar

- Deixar de buscar ajuda profissional até que o problema fique tão grave que afete o equilíbrio emocional de quem cuida da criança, causando ainda mais danos.

Reações exageradas exigem análise

Ansiedade é um sentimento vago de medo, apreensão, uma tensão diante de um perigo ou de algo desconhecido ou estranho.

Nas crianças, a ansiedade tanto pode ser transitória, como pode se agravar e exigir cuidados especiais. Consideram-se patológicos a ansiedade e o medo que são:

- desproporcionais em relação à situação que incomoda;

- estranhos para a idade da criança; e

- prejudiciais para a sua qualidade de vida, conforto emocional ou desempenho diário.

A ansiedade pode ser uma doença em si mesma, ou um sintoma de outros problemas emocionais como depressão, psicose, transtornos do desenvolvimento etc. Os especialistas afirmam que cerca de metade das crianças com transtorno de ansiedade têm também outro transtorno emocional.

Como em quase todos os problemas emocionais, a ansiedade pode ser causada por vários fatores ligados à herança genética e às características do ambiente, cada um com um peso diferente para cada criança. Se não forem tratados, os transtornos de ansiedade podem se tornar crônicos e, mesmo que às vezes pareçam melhorar, retornam em novas situações.

Quanto mais cedo os transtornos de ansiedade forem identificados e tratados, maiores as chances de evitar que eles tenham repercussão negativa na vida da criança, como baixo rendimento e evasão escolar, surgimento de doenças e de, possivelmente, problemas psiquiátricos na vida adulta.

Fobias são reações a situações específicas

Fobias são medos excessivos e persistentes relacionados a determinados objetos ou situações específicos.
Diante da situação de que tem medo, a criança corre para perto dos pais ou de alguém que a faça se sentir protegida e tem reações de choro, desespero, imobilidade ou agitação, ou até mesmo um ataque de pânico.

É comum e saudável que as crianças tenham medo de pequenos animais, injeções, escuridão, altura e barulhos altos.

Mas quando reagem de forma excessiva, sem controle, e essa reação é persistente e prejudica suas atividades, é preciso buscar tratamento.
Dificuldade de falar em sala de aula pode ser sinal de problema

Até os dois anos, o medo de estranhos é considerado natural. Mas, depois dessa idade, se as crianças têm medo contínuo e intenso da avaliação de outras pessoas, ou de se comportarem de maneira considerada humilhante ou vergonhosa ("todo mundo vai olhar para mim"; "e se eu fizer alguma coisa errada?"), pode-se suspeitar de um transtorno conhecido como fobia social, expresso por choro, ‘acessos de raiva’ e recusa em se relacionar com pessoas que elas não conheçam. Crianças com fobia social sofrem ao falar em sala de aula, comer na cantina com os colegas, ir a festas, usar banheiros públicos, falar com professores e treinadores, e até de simplesmente conversar e brincar com outras crianças. Nessas situações, elas freqüentemente sentem palpitações, tremores, calafrios e calores súbitos, suor excessivo e náusea. É comum que também tenham depressão.


Saiba mais

Assoc. Bras. de Psiquiatria
Av. Presidente Wilson, 164 - 9º andar - Rio de Janeiro (RJ)
CEP 20030-020
021 2199-7500
Rua Pedro de Toledo, 967 C1 - Vila Clementino
011 5549-6699
São Paulo (SP) - CEP 04039-032
http://www.abpbrasil.org.br/

Universidade de São Paulo
Revista de Psiquiatria Clínica - www.hcnet.usp.br/ipq/revista
Scientific Electronic Library Online - Scielo Brasil
Rua Botucatu, 862 - Vila Clementino
São Paulo (SP) - CEP 04023-901
http://www.scielo.br/

Matéria extraída do Jornal do Senado

terça-feira, 17 de agosto de 2010

É hora de dar tchau!!!

A Lara aprendeu a dar tchauzinhoooooooooooooo!!!!! nossa, foi lindo.
Estou há semanas e nada.... aí ontem estávamos indo para a natação e ao atravesar a rua, falei: "dá tchau pra moto, filha" e a pequena Lara começa a balançar os bracinhos e a mãozinha. Não preciso nem dizer que meus olhos se encheram e fizemos aquela farra. Daí em diante a Lara balança os bracinhos para qualquer um que se vira e vai embora...rsrs

Beijos Cá (feliz com mais uma conquista) e Lara (agora dando tchau)

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

10 meses de alegria e realização!!!

É, minha pequena Lara hoje completa 10 meses. Há 10 meses que ela me completa e me realiza, nesse mundo maravilhoso da maternidade. Sempre sonhei em desempenhar essa função, pois gostaria de saber como era esse amor, essa relação tão falada por todos.
E cheguei a conclusão que só sendo mãe mesmo pra saber, pois essa experiência é muito mais intensa do que imaginamos. Só sendo mãe pra saber e sentir realmente a intensidade desse amor sem fim que supera e ultrapassa todos os limites e barreiras.
A cada dia, a cada choro, a cada sorriso, a cada descoberta e progresso percebemos que esse amor intenso ainda é capaz de aumentar.
Obrigada por existir, meu presente de Deus, por me completar e realizar desse jeito que só você sabe.
Beijos da mamãe da pequena Lara (não tão mais pequena) 

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Festa do Nícolas!

Não falei que a natação é boa em tudo!?
Tá ai o resultado de uma socialização... Lara na sua primeira festa, convidado por seu amiguinho Nícolas.
Ela curtiu!!!

Na piscina de bolas!! Adoro!!
<><>
<>
<><>
Pronta para o desfile de fantasias
Chegou a hora de mimi!!

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Educação e Limites

Hoje já me sinto insegura quando o assunto é educar, impor limites, vejo como é difícil.

Nossas crianças já vem ao mundo sabendo onde querem chegar. Lara está às vésperas de seus 10 meses e já se joga pra trás, sacode as perninhas e faz bico quando não é feito o que deseja.
Me mantenho firme e não me rendo aos seus chiliques, mas por dentro me questiono e procuro a solução...confesso que ainda não encontrei.
Mas esse mundo bloguístico que hoje me encontro me conforta (não que fique feliz pelas mães queridas que passam por isso, mas confesso que me sinto aliviada de não ser a única).
Hoje recebi uma menssagem que também me ajudou muito...
E como essa semana uma dessas mães que estimo também desabafou sobre o assunto, ponho pra ela esta mensagem.
Temos sim que dar o caminho e manter o respeito.
Mães de plantão, sei que vamos conseguir.
SEGUE A BAIXO A MENSAGEM
LIMITES
Somos as primeiras gerações de pais decididos a não repetir com os filhos, os erros de nossos progenitores...
...e com o esforço de abolirmos os abusos do passado...
...somos os pais mais dedicados e compreensivos mas, por outro lado...
...os mais bobos e inseguros que já houve na história.
O grave é que estamos lidando com crianças mais “espertas” do que nós, ousadas, e mais “poderosas” que nunca!
Parece que, em nossa tentativa de sermos os pais que queríamos ser, passamos de um extremo ao outro.
Assim, somos a última geração de filhos que obedeceram a seus pais...
... e a primeira geração de pais que obedecem a seus filhos.
Os últimos que tivemos medo dos pais....
...e os primeiros que tememos os filhos.
Os últimos que cresceram sob o mando dos pais...
E os primeiros que vivem sob o jugo dos filhos.
E, o que é pior... ...os últimos que respeitamos nossos pais...
...e os primeiros que aceitamos que nossos filhos nos faltem com o respeito.
À medida que o permissível substituiu o autoritarismo, os termos das relações familiares mudou de forma radical...
...para o bem e para o mal.
Com efeito, antes se considerava um bom pai, aquele cujos filhos se comportavam bem, obedeciam suas ordens, e os tratavam com o devido respeito.
E bons filhos, as crianças que eram formais, e veneravam seus pais, mas à medida em que as fronteiras hierárquicas entre nós e nossos filhos foram se desvanecendo...
...hoje, os bons pais são aqueles que conseguem que seus filhos os amem, ainda que pouco o respeitem.
E são os filhos, quem agora, esperam respeito de seus pais, pretendendo de tal maneira que respeitem suas ideias, seus gostos, suas preferências e sua forma de agir e viver.
E que além disso, que patrocinem no que necessitarem para tal fim.
Quer dizer ; os papéis se inverteram. Agora são os pais que têm que agradar a seus filhos para “ganhá-los” e não o inverso como no passado.
Isto explica o esforço que fazem tantos pais e mães para serem os melhores amigos e “darem tudo” a seus filhos.
Dizem que os extremos se atraem. ..... Se o autoritarismo do passado encheu os filhos de medo de seus pais...
...a debilidade do presente os preenche de medo e menosprezo... aos nos verem tão débeis e perdidos como eles.
Os filhos precisam perceber que durante a infância, estamos à frente de suas vidas, como líderes capazes de sujeitá-los quando não os podemos conter...
... e de guiá-los, enquanto não sabem para onde vão...
É assim que evitaremos que as novas gerações se afoguem no descontrole e tédio no qual está afundando uma sociedade que parece ir à deriva, sem parâmetros nem destino.
Se o autoritarismo suplanta, o permissível sufoca.
Apenas uma atitude firme, respeitosa, lhes permitirá confiar em nossa idoneidade para governar suas vidas enquanto forem menores, porque vamos à frente liderando-os...
...e não atrás, carregando-os e rendidos às suas vontades.
Os limites abrigam o indivíduo. Com amor ilimitado e profundo respeito.

Viu os tempos mudaram sim, mas ainda somos os pais e temos que ouvi-los mas mostarnso que cada coisa é no seu devido lugar...(Basta saber como...rs)



Beijos Cá, na luta, mas otimista e piquititita no tamanho, mas grande nas vontades, Lara

Shanta-la, acreditem tem seus benefícios.

Bem, digamos que a Lara não seja um primor quando o assunto é sono, mas sei também que não é das piores. É apenas o desabafo de uma mãe, onde o sonho de consumo é uma noite sem nenhuma interrupção.
Mas aí é que está, acho que conheci o caminho das flores....
Quando a Lara era pequena, tentei fazer essa massagem shata-la nela e ela não deixava, estava sempre estressada, acho que não a pegava num bom momento. Sendo que agora, no auge dos seus 9 meses, e eu com a tentativas incansáveis, resolvi tentatar novamente incluir a shanta-la na rotina do sono da Lara.
GENTE, TÁ DANDO CERTO!!!
A Lara consegue ficar quietinha sentindo meu toque e quando estou chegando no final ela já esta com os olhinhos bem pequenininhos, super relaxada e prontinha pra dormir.
Estou fazendo isso há 4 noites e tive noites bem mais calmas, Lara apenas resmungou e nem se levandou no seu bercinho.
Percedi também que ajuda na eliminação de gases.

Segue algumas dicas de como aplicar shanta-la.

Passo 1
Sente-se no chão, mantenha as costas apoiadas na parede e as pernas esticadas. Aqueça suas mãos em água morna ou friccionando-as com o óleo vegetal puro. Cada movimento deve ser repetido de três a dez vezes. Deslize as mãos espalmadas do centro do peito do bebê para as axilas e do centro do peito para os ombros
Passo 2
Com as mãos em X, deslize uma mão do peito para o ombro esquerdo e a outra do peito para o ombro direito
Passo 3
Envolva o braço do bebê com a mão, formando uma espécie de bracelete, e vá do ombro em direção ao punho
Passo 4
Abra a mãozinha do bebê com seus polegares, indo desde a palma até os dedinhos
Passo 5
Deslize toda a mão pela mão do bebê
Passo 6
Segure cada dedinho, do polegar ao mindinho, fazendo uma massagem na ponta de cada um. Repita os movimentos no braço e na mão direita
Passo 7
Com as mãos em concha, escorregue a lateral externa das mãos desde a base das costelas até o quadril
Passo 8
Segure as perninhas para o alto e use o antebraço para deslizar da costela ao quadril do bebê
Passo 9
Envolva a perna do bebê com a mão, formando um bracelete, e vá desde a virilha até o tornozelo, alternando as mãos
Passo 10
Com as duas mãos, faça um movimento giratório, de vai-e-vem, desde a virilha até o tornozelo, ficando um pouco mais no tornozelo para estimular a circulação
Passo 11
Movimente seus polegares do centro do pezinho do bebê aos dedinhos
Passo 12
Deslize toda a mão pelo pé do bebê
Passo 13
Segure cada dedo, começando sempre pelo polegar, e massageie a pontinha de cada um deles. Repita os movimentos com a perna e o pé direitos
Passo 14
Depois de virar o bebê de costas, deixando-o perpendicular às suas pernas e com a cabeça voltada para o seu lado esquerdo, mantenha as duas mãos espalmadas e faça movimentos de vai-e-vem, descendo da nuca ao bumbum e depois subindo
Passo 15
Mantenha sua mão direita no bumbum do bebê e deslize a mão esquerda com o polegar aberto, da nuca ao bumbum
Passo 16
Depois de voltar o bebê para a posição inicial, junte os dedos no centro da testa do bebê e faça um semicírculo, contornando cada olho. Volte para o centro da testa e faça outro semicírculo, indo em direção às maçãs do rosto. Por fim, faça semicírculos, indo até o queixo
Passo 17
Com os polegares, suba desde a base do nariz até o centro da testa e volte, fazendo um movimento de vai-e-vem
Passo 18
Segure as mãos do bebê, abra seus bracinhos e depois feche, cruzando-os e alternando o braço que fica por cima. O exercício ajuda a aliviar tensões nas costas e melhora a respiração
Passo 19
Cruze as perninhas do bebê em posição de lótus, com o pé sobre o joelho oposto e o outro joelho sobre o outro pé, e leve-as em direção à barriga. Alterne as perninhas
Passo 20
O banho de imersão, em água morna, com apenas o rostinho e os ouvidos do bebê de fora, elimina as tensões que ainda possam existir no corpo dele e retira o excesso de óleo. Segure-o por baixo e deixe-o flutuar por entre cinco e dez minutos
Beijos Cá esperançosa e little Lara

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Meu Papai!!!

Papaizinho,
Deus e meus anjinhos não poderiam ter me dado melhor pai como você. Você é meu herói, meu amigo. Me sinto tão segura ao seu lado, amo como me salva dos ataques de "perereca" da mamãe, (ela nos ama muito, mas quando não tá no dia dela) SÓ DÁ NÓS...rsrs
Um pai presente e participativo, que está sempre comigo, sabe dar bronca e paparicos. Nossas bagunças e nossos carinhos são de suma importância para meu crescimento e desenvolvimento tranquilo.
Obrigada pela sua base e por ser tão especial.
Te amo, papai.
Beijos, Chucrute (vulgo Lara)
Amo muito meu papai.
Que delícia esses dois.


Oi gente,
Também não poderia deixar passar em branco esse dia, então deixo o meu carinho e admiração pelo papai da Lara (meu maridão), que cuida e zela demais por essas meninas que fazem parte da sua vida, que dá alegria, força, amor e cumplicidade a essa pequena grande família.
Amor, te amo demais, cada dia mais. E muito, muito obrigada por ser mais que um papaizão pra nossa filha e nos fazer tão felizes.
Beijos Cá (apaixonadíssima)

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Dentição

Como Lara demorou um pouco mais a aparecer com seus dentinhos e isso me causou uma certa ansiedade, como uma mãe leitora e pesquisadora, achei interessante deixar umas dicas por aqui.

Devo me preocupar em caso de atraso na vinda dos primeiros dentes de leite?
Não, pois a idade média normal para o nascimento é por volta de 6 meses de idade.
Um atraso em torno de mais 6 ou 8 meses ainda poderá ser considerado dentro dos padrões da normalidade em nossa população. Também poderemos ter dentes de leite que erupcionam (nascem) antes do prazo médio, ou seja, logo após o nascimento ("dente natal"), ou por volta de 2 a 3 meses de idade ("dente neonatal"). Se isso ocorrer, procure o odontopediatra.
Quando nascer os dentes do bebê, poderá ocorrer febre ou diarréia?
Sim. Ao nascimento dos dentes do bebê, poderão ocorrer alguns sintomas, como coceira e abaulamento da gengiva, com aumento da salivação, estado febril, e até as fezes podem ficar mais líquidas. Para ajudar o rompimento dos dentinhos e melhorar esse desconforto, deveremos oferecer ao bebê alimentos mais duros e mordedores de borracha para massagear a gengiva.

Se os dentes de leite são temporários, por que é importante tratá-los?
A presença dos dentes de leite é muito importante porque prepara o caminho (guia) para a erupção dos dentes permanentes, mantendo em equilíbrio harmônico o crescimento das estruturas da face (dentes, ossos e músculos); proporciona uma mastigação e deglutição adequada dos alimentos e conseqüente digestão. Um dente de leite comprometido seriamente por um processo de cárie poderá levar a uma infecção, acarretando a má formação do dente permanente. Além disso, quando deparamos com crianças esteticamente comprometidas, percebemos que ocorrem nelas uma dificuldade de comunicação e integração social.


Alivie o desconforto do bebê na primeira dentição

A primeira dentição, chamada de dente-de-leite, inicia-se por volta dos 6 meses de idade e écomposta por 20 dentes. A amamentação é importante para a saúde bucal do bebê, pois ajuda a desenvolver melhor todos os ossos e musculatura do rosto e da boca. A primeira visita do bebê ao dentista é recomendada ainda no primeiro ano de vida, para que os pais recebam orientações e a criança se habitue ao ambiente odontológico.

Veja algumas dicas para diminuir o desconforto do bebê com o nascimento dos primeiros dentes:
A partir do nascimento do primeiro dente, existe o risco de cáries. Será preciso controlar os horários da alimentação (mamadas no peito ou mamadeira) e, de preferência, eliminar as mamadas para dormir e durante a madrugada;

A higiene bucal a partir do nascimento dos primeiros dentes deverá ser realizada, no mínimo, duas vezes ao dia, sendo a escovação antes de dormir muito importante;

Quando a criança dorme, a quantidade de saliva que protege o dente contra as cáries diminui. Ao deixar o leite em contato com os dentes durante o sono aumenta o risco de cáries. A mamadeira deve ser oferecida, de preferência, sem açúcar (leite puro);

Limpe a boca do bebê sempre que amamentar, com uma fralda limpa e umedecida com água ou uma escova de dente pequena e macia. Enquanto o bebê ainda não tem dentes, remova o excesso de leite após a mamada com uma fralda umedecida em água fervida ou filtrada;

Na mamadeira, prefira o bico do tipo ortodôntico, de borracha dura e com o orifício original. Não é correto abrir mais o furo, para que a criança faça a mesma força que faria se estivesse mamando no seio;

Algumas crianças manifestam irritação ou salivam muito (babam) durante o nascimento dos primeiros dentes. Mordedores com gel podem ajudar a reduzir o desconforto. Coloque-o no refrigerador e dê gelado para a criança morder;

Quando nascerem todos os dentes use pasta de dente, mas em pouca quantidade (de preferência as infantis). Até os 3 anos, a criança não consegue cuspir toda a pasta e engole uma boa parte dela, o que mais tarde poderá causar problemas na dentição permanente;

Os cremes dentais mais indicados para as crianças são aqueles que possuem na sua composição concentração de flúor até 1200ppm;

O uso da chupeta e o hábito de sugar os dedos podem causar alterações dentárias. Após os 2 anos de idade, os pais precisam tentar tirar esses hábitos.

Medicamentos de ação anestésica local especialmente formulados para a dentição do bebê podem ser usados para alívio da dor e desconforto local. Converse com seu médico.



Referências:
Sociedade Paraense de Pediatria (Sopave)
Sociedade Catarinense de Medicina (ACM)

Beijos Gulli (ex banguelinha)

Eis que surge os primeiros dentinhos




No auge de seus nove meses, eis que surgem os 2 dentinhos de baixo da pequena Lara. Ela tá com o sorriso mais lindo do mundo. E enjoadiiiiiiiinha que só ela, mas vamos tentar relevar.
 
©2008 Elke di Barros Por Templates e Acessorios