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terça-feira, 30 de novembro de 2010

Amigdalite

Já disse por aqui que minha Lareca é boa de boca e de uns dias pra cá notei que a pequena não queria degustar os quitutes da mamã.
Logo depois disso veio a febre, associei de primeira aos dentinhos, mas minha pequena tava muito chumbrega e resolvi levar a pediatra. Diagnosticada minha bebê está com amigdalite viral.
Como gostaria de colocar minha filhora numa redoma e que nada de ruim chegasse a ela ou se pudesse escolher sentir tudo de ruim que fosse destinado à ela, mas infelizmente isso não é possível me resta cuidar da minha gulli com todo amor e carinho e pesquisar e entender tudo o que ela tem para melhor atende-la.
Deixo aqui enformativos que possam ajudar quem precise.

Amidalite

Em geral, as amidalites são provocadas por vírus, apenas 15% são causadas por bactérias. Isso significa que, em 85% dos casos, não é preciso dar antibiótico. A criança com amidalite tem falta de apetite, dor e coceira na garganta, dor de cabeça, tosse, coriza e febre. Nos casos mais agudos, a infecção se alastra atingindo a faringe e as cordas vocais, provocando rouquidão e até perda temporária da voz. Para o tratamento ser eficaz, o médico pede o teste para identificação da bactéria estreptococo do grupo A. Se der positivo, ele receitará antibiótico. Se o teste for negativo, o melhor é aliviar os sintomas com antitérmicos e analgésicos até que o ciclo do vírus acabe, o que ocorre em 3 ou 5 dias.
Amígdalas

De cada lado da garganta, ao fundo, podem ser observadas duas saliências carnudas que são as amígdalas. Fazem parte de uma cadeia de tecido linfóide que tem como função fazer uma defesa contra a infecção, sobretudo em zonas especialmente expostas como é o caso da garganta. No caso de haver uma infecção ficam inflamadas, mais vermelhas, aumentado de volume, e muitas vezes cobertas total ou parcialmente por membranas esbranquiçadas ou amareladas. É o que se chama uma amigdalite.
Sintomas
A amigdalite aparece geralmente como parte de uma infecção generalizada da faringe (garganta), e os sintomas mais comuns são dores de garganta, dificuldade na deglutição, febre, perda de apetite e arrepios. Os gânglios do pescoço podem aparecer inflamados e sensíveis. Nas crianças mais pequenas pode não haver queixas a nível de garganta e os sintomas serem apenas perda de apetite, febre ligeira e diminuição da actividade normal.
Causas da amigdalite
Pode ser devida a uma infecção por vírus ou por bactérias, sendo os sintomas geralmente semelhantes. A importância em saber a origem da infecção está no tratamento a ser adoptado: enquanto nas amigdalites por bactérias (normalmente da família dos estreptococos) se deve fazer um tratamento com antibióticos, nas virusais não se devem utilizar aqueles medicamentos.
O método mais seguro para distinguir o tipo de infecção é através de uma análise (cultura) das secreções purulentas da amigdalite, colhidas por uma simples zaragatoa e enviadas a um laboratório. Infelizmente essa prática ainda não pode ser seguida na maioria dos casos no nosso país, e assim o tratamento instituído é feito segundo critérios clínicos, intuição do médico e, muitas vezes, compreensível mas erradamente, por pressão dos doentes ou seus familiares.
O objectivo principal da cultura é averiguar da existência de estreptococos do grupo A, que aparecem em cerca de 30% das situações e que podem levar a complicações graves no caso de não serem tratadas ou serem tratadas incompletamente. Falaremos dessas complicações mais adiante. Nos outros 70% de casos, a infecção é causada por vírus ou, raramente, por outras bactérias. Os vírus mais frequentes são o adenovírus, influenza (gripe), Epstein-Barr, parainfluenza, herpes simplex e enterovirus.
Duração
O período de incubação, tempo que decorre entre o contágio e o aparecimento da doença, é em média de 7 dias nas amigdalites bacterianas por estreptococos. Nos casos de amigdalites virusais esse período é muito variável, dependendo do tipo de vírus, e pode ir de 18 horas (no influenza) até 8 semanas (Epstein-Barr). No caso dos vírus a doença pode demorar 2 a 5 dias, dependendo do tipo, estando a maioria das pessoas totalmente recuperadas ao fim de uma semana a 10 dias. Se a infecção for devida ao estreptococos a febre passa ao fim de 3 a 5 dias. A cura pode ir até aos 10 a 12 dias (com antibiótico), mas o regresso das amígdalas e gânglios ao seu aspecto e tamanho normais pode demorar semanas.
Contágio
O risco de contágio é elevado e geralmente faz-se por contacto com os fluidos nasais ou da garganta de uma pessoa infectada. Assim , tanto a tosse como os espirros podem veicular partículas de secreções infectadas que são directamente inaladas por quem estiver no seu trajecto.
Também os copos, talheres, e outros objectos que contactarem com as mucosas orais ou nasais dos doentes podem conter bactérias ou vírus. Se é difícil evitar o contágio através do espirro ou tosse, já será mais fácil minimizar os riscos lavando a louça e talheres do doente à parte, lavando as mãos com frequência e mesmo isolando o mais possível o doente em relação principalmente às crianças ou idosos que possam habitar a mesma casa.
Tratamento
Aliviar os sintomas
Uma parte importante do tratamento consiste no alívio dos sintomas que acompanham a doença. Assim, a febre e as dores podem ser controladas com antipiréticos/analgésicos como por exemplo os medicamentos à base de paracetamol, ou de ibuprofeno, que se podem inclusivamente dar e forma alternada.
Com excepção do caso do paracetamol que pode ser dado de 6 em 6 horas, ou eventualmente menos se assim for determinado pelo médico, não é conveniente repetir o mesmo medicamento antes de passadas 8 horas da toma anterior. Por isso, no o caso de ser necessário baixar a febre em períodos inferiores a 8 horas, pode ser útil a alternância da medicação. De qualquer modo, importa salientar que abaixo dos 38º de temperatura não há razão para fazer baixar a febre. As dores de garganta, especialmente nas crianças, colocam problemas com a alimentação devido à dificuldade em engolir.
O melhor será adoptar uma dieta à base de sopas nutritivas, iogurtes, sumos, ou batidos. É muito importante fazer uma boa hidratação pelo que se devem ingerir bastantes líquidos. Também se deve ter cuidado em evitar que o ambiente seja muito seco, o que é frequente acontecer com a utilização de aquecedores ou ar condicionado.
Nesses casos pode-se fazer a humidificação do ar mediante a produção de vapor fervendo um recipiente com água (com as devidas precauções em relação acidentes) ou usando mesmo humidificadores próprios.
No caso de se tratarem de amigdalites causadas por vírus, a maioria como vimos, apenas são necessários estes cuidados a não ser que ao fim de 2 a 5 dias não haja melhorias. Nesse caso deve ser novamente contactado o médico.
Antibióticos
Infelizmente é muito comum, sobretudo quando os doentes são crianças, haver uma pressão muito grande por parte dos pais para serem receitados antibióticos logo que se manifestam os primeiros sintomas, ou se estes persistem por mais que 1 ou 2 dias. O mesmo se passa também frequentemente com muitos adultos. É uma atitude totalmente errada no caso de se estar na presença de uma amigdalite virusal não complicada (a maioria) e que pode ser bastante prejudicial tanto na evolução da doença (os vírus não são afectados e, pelo contrário, beneficiam muitas vezes com os antibióticos), como no restabelecimento das defesas naturais do organismo. É aliás vulgar haver doentes que ao fim de 2 dias ou 3 resolvem tomar antibióticos por sua iniciativa e pensar que o desaparecimento dos sintomas decorridas mais 24 ou 48 horas se deveu a isso. O facto é que a infecção virusal passaria à mesma ao fim desse tempo sem qualquer antibiótico. A única diferença é que com esse "tratamento" se criou uma eventual resistência ao antibiótico e se diminuíram as defesas naturais (para além de se ter gasto mais dinheiro...).
No entanto, em pouco mais de 30% das amigdalites pode estar em causa uma infecção por estreptococos ou outro tipo de bactérias. Nesse caso, é importante fazer o tratamento com antibióticos. O método mais seguro para saber se a infecção é ou não bacteriana é através de uma análise (cultura) das secreções purulentas da amigdalite, colhidas por uma simples zaragatoa e enviadas a um laboratório. Também existem testes rápidos que podem ser utilizados durante a consulta uma vez que demoram 10 a 30 minutos. No nosso país este tipo de procedimento ainda está longe de ser generalizado, pelo que geralmente o médico se orienta por critérios clínicos ou intuição
O tratamento de primeira linha é a penicilina, mas que em Portugal apenas existe na sua forma injectável, pelo que se deverá recorrer à amoxicilina.
Complicações
No caso de não se fazer o tratamento adequado de uma amigdalite bacteriana com o antibiótico adequado e durante o tempo indicado, corre-se o risco de se evoluir para uma febre reumática com posteriores eventuais complicações articulares (inflamação e dores crónicas), cardíacas (insuficiência valvular), cerebrais ou de pele.
Operar ou não operar
Existem vários critérios e mesmo "escolas" no que respeita a fazer ou não a extracção das amígdalas (amigdalectomia). Se é verdade que muitas crianças com amigdalites de repetição beneficiam largamente com essa operação, também se deve considerar que é importante preservar a integridade anatómica da orofaringe tanto quanto o possível.
Como regra geral, pode haver vantagens em operar nos casos em que hajam sete ou mais episódios por ano ou cinco ou mais em dois anos seguidos
Mas é sempre uma situação a estudar caso a caso.
Beijos
Cá cuidando da Lá

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Almoço em Petrópolis.

Dia lindo de Sol e bonito. Mozinho me chama para passiar e almoçar na região serrana do Rio.




E fomos nós curtir essa família linda e feliz que agradeço a Deus por ter. Amo vcs.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

paixao rubro negra

Bem, no início da semana falei sobre nosso maravilhoso e cheio final de semana. Então venho aqui falar de nosso programas.
Um deles foi irmos ao jogo do Flamengo no sábado. Não sei se já falei aqui, mas eu sou o filho homem que meu pai não teve em relação a futebol, adoro esse esporte e lógico também herdei dele a paixão pelo time de tradição, raça, amor e paixão. Sou Flamenguista incondicional e como não poderia ser diferente meu amado marido também tem a mesma síndrome. Quando vimos que o Flamengo precisava do incentivo da torcida, não exitamos e compramos nosso ingresso(contando em deixa a pequena Lara com as avós), sendo que voltamos do passeio anterior a esse e onde estavam as avós????? Não sabíamos.
Então colocamos a pequena Lara a caracter e fomos pro estádio, para ser se seria tranquilo entrar com ela, ou vendíamos o ingresso. Chegando lá, vimos que estava tranquilo e a baixinha, connheceu a magnética torcida, que estava em peso para empurrar o mengão, logo também se envolveu com o amor incontrolável ao flamengo e batia palminhas e gritava, pois ela também precisava ajudar o mengão e a baixinha pé quente comemorou os gols e vitória do mengão com os papais.


Beijando o manto!!!

Fazendo fazendo bagunça.


Assistindo o jogo.

Beijos rubro-negro
Cá e Lá

terça-feira, 23 de novembro de 2010

As crises do bebe

A pequena Lara sempre foi uma ótima criança, nunca deu trabalho(nada fora do normal, cólica, algumas birras) mas pra mim tudo isso faz parte.
Sendo que de um tempo pra cá Lareca não tem comido direitinho(já falei aqui que ela é boa de boca), não tem dormido bem(isso nunca foi seu forte, mas ela esta se superando) e tem me pedido muito colo(coisa que também nunca fez). Comecei a pesquisar e decobri essas crises do bebe, conversei com a pediatra dela e ela me falou que Lareca pode estar reagindo a uma fase de transição( e eu particularmente acho que ela também esta sentindo que estou em crise...curso, creche, distância...também estão tirando meu sono) enfim descobri isso e resolvi postar para tentar ajudar.
LEMBREM-SE
SEMPRE TER PACIÊNCIA E CARINHO!!!

Seu filho enfrenta problemas para dormir, está se alimentando mal e ainda passa o dia agitado? Calma. Pode ser que ele esteja apenas atravessando uma crise comum à fase em que se encontra.
Até completar 15 meses, a criança passa por quatro períodos críticos. Para entender por que isso acontece e quais são os sintomas, primeiro você precisa saber que a crise é algo que ajuda a crescer, ou seja, não é necessariamente algo ruim. Conversamos com especialistas para esclarecer as principais dúvidas e indicar como se deve agir quando a situação se apresenta.
PRIMEIRO TRIMESTRE: PERÍODO SIMBIÓTICO
Como começa a crise do primeiro trimestre?
A chegada aos 3 meses é um momento tão marcante que alguns autores falam de dois nascimentos: o biológico, que é o dia do parto, e o psicológico, que acontece quando o bebê completa 3 meses. Esse primeiro trimestre de vida é o que se chama de período simbiótico. “Para a criança, mãe e filho significam uma única palavra ‘mãefilho’. É assim que ela entende: como se fossem uma única pessoa”, diz, brincando, Leonardo Posternak, pediatra de São Paulo. A partir dos 3 meses, o bebê passa a olhar no olho da mãe, começa a se divertir, imita alguns gestos.
Ele começa a sentir que a mãe não é só um bico de peito e, assim, começa a construir a imagem do outro.“É nesse período que a criança percebe que não está enroscado no tronco da árvore – que é a mãe. Ele está perto da árvore. Entende que precisa chamá-la para ter o que necessita – leite, colo ou fraldas limpas. Nessa hora, bate a ansiedade. É como se ela pensasse: ‘E agora? E se eu chamar e ninguém escutar? E se esse outro vai embora, o que eu faço?’ É aí que começa a crise”, explica Posternak
Como saber se o filho está passando por uma crise?
A melhor maneira é ouvir o pediatra. “Algumas mães chegam ao consultório reclamando que há três dias o filho estava ótimo e, de repente, não quer mais mamar e tenta se afastar quando elas dão o peito. Outras reclamam que o bebê estava dormindo bem, mas, depois dos 3 meses, isso mudou. Ele acorda várias vezes chorando”, diz Leonardo Posternak, pediatra de São Paulo.
“Há ainda as mães que reclamam que o bebê fica agitado sem motivo. Não quer ficar no colo, no berço, no bebê-conforto. Parece não estar confortável com nada que é oferecido”, continua. As queixas normalmente são parecidas e o seu pediatra saberá dizer se o bebê está com algum problema de saúde ou atravessando uma crise.
Quanto tempo dura a “crise do fim do período simbiótico”?
Essa crise dura em torno de 15 dias.
Nesse período, os bebês precisam ser medicados?
Não. Quando a criança atravessa uma crise, é muito importante que ela não seja medicada. “As mães sempre chegam ao consultório achando que a razão do desconforto tem algum aspecto orgânico: cólica, falta de leite, dente nascendo. Então explico que se trata de uma crise, um momento excelente para o crescimento”, ensina Leonardo Posternak, pediatra de São Paulo.
O que os pais devem fazer durante a crise?
Eles devem ficar calmos e entender que esse período vai passar. “Conhecendo os sintomas, os pais precisam dominar a ansiedade para que a criança não tenha que atravessar esse momento complicado num ambiente angustiante. Lembre-se de que o seu bebê precisa passar por essa crise para poder crescer”, explica o pediatra Leonardo Posternak, de São Paulo.
ENTRE 5 E 6 MESES: FORMAÇÃO DO TRIÂNGULO FAMILIA
Como começa a crise da formação do triângulo familiar?
Por mais que o pai tenha sido presente e ativo desde o nascimento do bebê, ele não teve uma relação tão simbiótica com o filho. Isso se dá por inúmeros motivos. Até mesmo porque ele não dispõe dos meses de licença-maternidade para ajudar nessa proximidade. Então, por volta do sexto mês de vida, o bebê, que já conhece a mãe, começa a reconhecer a figura do pai, dando início à formação do triângulo – e da crise.
Que sintomas a criança apresenta nessa crise?
“A criança tem um pouquinho de transtorno do sono, e o apetite diminui um pouco”, diz o pediatra Leonardo Posternak, de São Paulo. Mas essa crise costuma afetar mais as mães do que os bebês. “Nessa fase, a mãe se dá conta de que, para o filho ser saudável e feliz, ele precisa ter uma relação triangular e não uma relação de cordão umbilical com ela. Afinal, ninguém quer que o filho seja dependente a vida toda. É necessário que alguém corte essa simbiose. E esse é o papel do pai”, explica Posternak.
Com 6 meses, nascem os primeiros dentinhos. Essa etapa se confunde com a crise?
“Sim. Às vezes, isso acontece. As duas fases se confundem porque a dentição incomoda, dói e torna a criança aparentemente mais agressiva”, explica o pediatra Leonardo Posternak, de São Paulo.

OITO MESES: SEPARAÇÃO OU ANGÚSTIA
Essa crise acontece sempre no oitavo mês?
Não exatamente. Essa é a crise do terceiro trimestre. “Embora seja incomum, algumas crianças começam a dar sinais da crise com 6 ou 7 meses. Outras mostram sintomas de angústia com 9 meses. Mas na maioria dos casos isso acontece mesmo no oitavo mês”, explica o pediatra Leonardo Posternak, de São Paulo
Por que os pediatras dizem que essa é a crise mais significativa de todas?
“Porque essa é a que dura mais tempo e o transtorno do sono é muito acentuado: a criança pode chegar a acordar 15 vezes durante a noite, desperta muito assustada, com um choro intenso. Alguns pais ficam tão assustados que pensam que a criança caiu do berço porque é um choro diferente, desesperado”, esclarece o pediatra Leonardo Posternak, de São Paulo.
Quanto tempo dura a crise da angústia?
Demora um pouco mais que as outras: três ou quatro semanas
Os pais devem levar a criança para dormir na cama deles?
O ideal é que o bebê durma no seu berço ou carrinho desde os primeiros dias de vida. “Dormir na mesma cama se dá mais por ansiedade dos pais do que por necessidade dos bebês. E os pais não dormem tranquilamente, pois ficam com medo de sufocar o bebê.
contar que isso pode ocasionar um afastamento na vida conjugal”, explica Ana Paula Cargnelutti Venturini, mestre em psicologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Além disso, segundo Ana Paula, a prática pode levar a criança a ficar muito dependente dos pais, buscando uma atenção cada vez maior.
Nessa fase, quando a criança chora de madrugada, é a mãe quem deve atender?
De preferência, sim. O pediatra Leonardo Posternak explica a razão: “Na fantasia do bebê, ele acha que, quando a mãe apaga a luz e fecha a porta, não volta nunca mais. Então, se ele chora durante a noite e é atendido pelo pai ou pela babá, acredita que a mãe não voltará mesmo”. A criança precisa passar por isso para ir entendendo que a presença da mãe pode ser seguida de ausências.
“Nessa fase, é oportuno que não ocorram trocas dos cuidadores. Além de acordar assustado, o bebê pode reagir à presença de estranhos, chorando ou estranhando o colo”, reforça Ana Paula Cargnelutti Venturini, mestre em psicologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. “A mãe deve tentar acalmá-lo no próprio berço para não alterar substancialmente sua rotina”, ela sugere.
Quais os sintomas da crise da angústia?
Basicamente os mesmos das outras crises: alteração do sono, perda de apetite e agitação. “O sono é o que mais perturba. Além disso, a criança come muito mal, pior do que nas outras fases. E às vezes faz até pequenas greves de fome”, comenta o pediatra Leonardo Posternak, de São Paulo.
Qual a importância do objeto de transição nessa fase?
Nesse período de angústia, a criança começa a se apegar a algum objeto: pode ser um paninho, uma chupeta específica, um brinquedo. “Esse objeto representa a mãe, e é bom que ela brinque com o ursinho, por exemplo, que dê beijo, que deixe nele o seu cheiro. Isso vai ajudá-la a entender que à noite as coisas não desaparecem. A mãe pode sumir, mas o objeto continua ali e vai estar com ele quando acordar. Isso ajuda a criança a entender que esse afastamento não é uma perda”, ensina o pediatra Leonardo Posternak, de São Paulo.
Como ajudar a criança a escolher o objeto de transição?
Os pais não precisam se preocupar em estimular a escolha, que é feita naturalmente pelo bebê. “É importante que o objeto resista às agressões da criança e que ela mesma o reconstrua. A mãe não deve lavá-lo nem tentar consertá-lo”, explica Ana Paula Cargnelutti Venturini, mestre em psicologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

1 ANO: AMBIVALÊNCIA DEPENDÊNCIA/INDEPENDÊNCIA
Como é a crise do primeiro ano?
Esse período coincide com o andar: a criança quer caminhar, quer ser independente, mas ainda precisa de colo. “Ela já se sente capaz de explorar o ambiente, já abre gavetas, tira todas as roupas de dentro, mas ainda não vai muito longe da mãe. A crise se dá por essa vontade de ser independente e a necessidade de ser, ainda, dependente.”
Quais são os sintomas dessa crise?
“As mães chegam ao consultório reclamando que a criança começou a acordar à noite, a não comer e a ficar muito agitada durante o dia”, diagnostica o pediatra Leonardo Posternak, de São Paulo.
Os pais devem estimular a criança a caminhar?
Estimular, sim, mas jamais forçar. “O cérebro e as pernas ainda não estão combinados. Ela quer, porém não consegue, e isso gera angústia. A criança deve caminhar quando ela achar que pode”, alerta o pediatra Leonardo Posternak, de São Paulo.
Como as mães devem lidar com as crises?
“Não existe uma receita ideal. Como todo relacionamento, é preciso adaptação, tranquilidade e equilíbrio, além de um ambiente saudável e acolhedor. Essas fases podem ser difíceis, mas são extraordinárias e marcantes”, finaliza Betina Lahterman, pediatra da Universidade Federal de São Paulo.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

A Primeira Dentição

A idade média normal para o nascimento dos primeiros dentes de leite é por volta de 6 meses de idade. Um atraso pode ser considerado normal em torno de mais de 6 ou 8 meses. Pode acontecer de dentes de leite que erupcionan (nascem) antes do prazo normal, ou seja, logo após o nascimento, são chamados de "dente natal", ou por volta de 2 a 3 meses de idade, "dente neonatal ". Se isso ocorrer, procure imediatamente um odontopediatra, pois isso atrapalha a amamentação. A mãe é muito prejudicada durante o aleitamento materno, com ferimentos no "bico do seio", induzindo a mãe a intervir com mamadeira, o que não é adequado para um bom crescimento e desenvolvimento da criança.
Durante o nascimento dos dentes do bebê, poderão ocorrer alguns sintomas, como coceira e abaulamento da gengiva, com aumento da salivação, estado febril, e até as fezes podem ficar mais líquidas.
Para ajudar o rompimento dos dentinhos e melhorar esse desconforto, devemos oferecer ao bebê, alimentos mais duros e mordedores de borracha para massagear a gengiva.
ERUPÇÃO(nascimento) DENTES SUPERIORES /DENTES INFERIORES

                                     Incisivos Centrais 8 meses /6 meses

                                    Incisivos Laterais 10 meses /9 meses

                                                Caninos 20 meses /18 meses

                                              1º Molar 16 meses /16 meses

                                             2º Molar 29 meses /27 meses
É muito importante tratar e cuidar dos dentes de leite, sua presença é fundamental para guiar a erupção dos dentes permanentes, assim mantendo o equilíbrio durante o crescimento e desenvolvimento das estruturas da face (dentes, ossos e músculos); proporcionando uma adequada mastigação e deglutição dos alimentos e conseqüente digestão. O comprometimento de um ou mais dente de leite, seja por um processo de cárie poderá levar a uma infecção, acarretando a má formação do dente permanente, ou a ausência de um dente de leite antes da sua hora certa, pode acarretar no mau posicionamento do dente permanente, assim causando posteriormente a má oclusão.
Crianças que se encontram estéticamente comprometidas, podemos notar uma dificuldade de comunicação e integração social.
***Não podemos esquecer da importância dos dentes:
Importante para a saúde geral, crescimento e desenvolvimento;
Atuam na mastigação, facilitando a digestão;
São elementos fundamentais para a pronúncia das palavras (fonação);
Grande influência na estética.
A higiene bucal da criança deve iniciar, mesmo antes dos primeiros dentinhos nascerem, ou seja, a boca e a gengiva do bebê já deverão ser limpas com a ponta de uma fralda ou com gaze embebida em água filtrada. A escovação dos dentes, deverá ser iniciada assim que os primeiros dentinhos erupcionem na cavidade bucal, com escova infantil e de cerdas macias. É muito importante que os hábitos de higiene façam parte da vida de uma criança e assim serão levados para a vida adulta.
A idade ideal para iniciar as aplicações tópicas de flúor é por volta dos dois anos e meio a três anos de idade, no momento em que a criança está completando a dentição decídua. Essa aplicação deve ser realizada pelo seu odontopediatra.
O flúor é um dos agentes importantes na redução da cárie dentária que é uma doença infecto-contagiosa, associados a outros métodos de prevenção, tais como: a dieta equilibrada, a escovação, e muito importante a água fluoretada.
                               

Que final de semana foi esse!!!

Nosso final de semana foi maravilhoso e agitado por isso vou dedicar um post para cada programação.
Farei isso amanha.
tchan tchan tchan

Beijos
Cá e Lá (no suspense)rs

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Ela falou Mamaaaaaaaaaaaaaaaaa

Nossa é simplesmente magnífico. Eu já nasci querendo ser mãe e ouvir alguém me chamando assim.
Mas quando aconteceu, gente é A MELHOR SENSAÇÃO DO MUNDO!!!!!
Minha filha sabe quem sou eu, sabe que sou sua mãe e chama por mim.
Ai q delícia.

Beijos
Lá(no início de seu vocabulário) e Cá (em estado de extase)

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Felicidades Pequena Lara!!!

                     Esse foi o bolo de 1 aninho da Lara!!!(sei que estou devendo fotos e postagens deste evento)
Esse post foi escrito dia 16 de outubro, quando a Lara completou...1 aninhoooooo!!!!!
Hoje ela faz 1 aninho e um mês!!!!
Deixo aqui o que lhe desejo(alias, tento transmitir aqui o que lhe desejo, mas não consigo)

Felicidade,Saúde, Paz, Alegria,Generosidade,Harmonia,Simplicidade,Sabedoria e tudo que eu possa de melhor te desejar minha filha.
Que você conserve essa alegria, esse sorriso contagiante( para mamãe muitas vezes energizante) esse brilho no olhar.
Que esse seja o primeiro ano de muito que possamos comemorar com essa alegria e entusiamos juntos e felizes.
O aniversário é seu, mas quem ganhou o maior presente fui eu.
vc é meu melhor presente.
te amo minha filha incondissionalmente.
Beijos
Cá da Lá

Cada fase é A fase com suas particularidades!

O crescimento do ser humano é divididos por fases e sub-fases. Nascemos, somos recem-nascidos, bebes, crianças, pré-adolescentes, adolescentes, jovens, adultos, idosos....
Eu sempre quis ser mãe e queria muito ter aquele bebezinho em meus braços, adoro essa fase de nenem, aquela coisa pequena ( eu sei muito vão dizer, mas é chato, não fala, não isso, não aquilo, mas ue adoro, fazer o q???) E essa fase da lareca, eu curti muito é uma fase importantíssima onde cada dois dias é uma evolução tremenda, vimos a diferença, suas descobertas, um sigelo sorriso, soninho gostoso, resmunguinho de insatisfação com alguma coisa(que nós mãe entendemos, com a claridade, fome ou etc...)
Mas agora eu tenho que falar. Gente eu to A-DO-RAN-DO ESSA FASE, ainda estamos na linguagem dos gestos, tem algumas palavras mas o grosso ainda é com olhar e gestos. Já tem algumas pirraças e teste de limites(ela faz sabendo que não pode, fica olhando pro adulto pra ver até onde pode ir...incrível) e quando rimos de alguma gracinha, a danadinha não faz novamente e ainda da gargalhadas para nós rirmos.
E isso tem sido constante entre nós três(mamae, papai e filhinha) ficamos sempre juntinhos e rindo cara essa vida não é simplesmente uma delícia.
Beijos
Cá(no aguardo das proximas fases) e Lá

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Creche a difícil escolha.

O sonho de consumo da meu amado marido era que eu parasse de trabalhar para cuidadar da nossa pequena Lara até uma certa idade, mas por motivos inumeros, não acho que seria uma boa. Não sei se já disse por aqui, mas compramos uma ap na plata que ainda está subindo e estamos morando com os pais dele por enquanto, então acho que não seria legal.
Quanto terminei a licença maternidade com 6 meses Lareca fica a parte da manhã com a mãe dele e eu chego a tarde, pois trabalho meio período. Então, criança crescendo, apartamento ficando pronto resolvi fazer um curso para melhorar nossa renda, com isso lareca teria que ficar o dia inteiro as terças e quintas com sua vó, sendo que a pequenina tem convenio coma duracel sua pilha não termina nunca e sua louca vontade de descobrir o mundo está dando uma verdadeira canseira em sua vovozinha.
Eu e meu mozão conversamos e em comum acordo resolvemos coloca-la numa creche.
Achamos que seria melhor pra ela, pra vovo e um pouco pra gente (estamos com o coração apertado.
e agora estamos visitando algumas(muitas)para escolha.
Beijos gente
Lá e Cá na procura

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Primeiros passinhos

Em meio os preparativos da festa da Lara essa sapeca que me dá presente e me faz surpresas. Desdos 10 meses Lara ensaia os primeiros passos, mas antes eram no máximo três e muito travados pois viamos que ela estava muito resabiada. Hoje Lara já treina mais de dez passinho e já vimos confiança em seu olhar.
Daqui a pouco teremos uma pequena andante pela casa.
Que delícia

Beijos Cá e Lá( pé ante pé) 

Cruz e Espada

Começo esse post pela admiração que sinto pelas mamães que conseguem trabalhar e criar seus filhos, sei que muita das vezes é uma necessidade, como estou atravesando agora, gostaria de saber muito o que as mães passam, como passam por issi, como ficam suas cabeças e seus corações.
Eu trabaçho desde quando Lara tinha 6 meses, sendo que meu trabalho é meio expediente isso me deu chance de coloca-la na natação, dividir esse momento maravilhoso com ela, nós duas na natação que maravilhoso, da pra chegar do trabalho ficar com ela, brincarmos, ser a grande responsável pelo seu desenvolvimento, por desenhar, montar, dançar, ler, modelar tudo com ela.
Sendo que Lareca crescendo estamos vendo outras necessidades e preciso aumentar nossa renda, compramos um ap e a renda maior esta indo pra esse empreendimento, sinto que preciso ajudar.
E agora, vou começar fazer um curso terça e quinta, assim começamos nos acostumar a ficarmos periodos integral longe. Meu coração esta apertado, mas isso não irá interferir pois não serei a primeira e nem a última a fazer isso e isso estou fazendo por amar minha família e queremos o melhor pra ela isso é amor e isso nunca vai faltar pra pequena Lara, comversei com meu marido ue tambem esta com o coração apertado e chegamos a conclusão que o que vai valer não vai ser a quantidade de tempo que ficaremos com ela e sim a qualidade e que quando estivermos em casa vamos curtir muuuuuito nossa princesa.
BEijos
Cá (quase pronta pra ir pro mundo) e Lá( na compreensão de seus pais)


tumar
 
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