gullilara.blogspot.com

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Minha mãe liberou um picolé de fruta!!!!!

Sei que sou rígida até demais na alimentação da Lara e depois da puxada de orelha do pediatra, estou tentando liberar algumas guloseimas.
Nunca disse aqui, mas eu ODEIO picolé de limão, mas na minha gravidez eu SÓ TOMAVA-O, DE LAMBER OS LÁBIOS. Por quê!!??? Não faço a mínima idéia, então resolvi saber se a Lara iria gostar de picolé de limão.
Como estamos num verão surreal onde 40 graus é fresco, resolvi dar o geladinho pra ela.
A pequena fazia careta, mas puxava minha mão pra tomar mais. Foi um barato a experiência.
Hummmm, que gostoso

azedinho...

mas não consigo parar

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Post para Dindas2 !


Agora segue vídeo para Dinda ver como essa pequena tá sapeca.



Dan estamos morrendo de saudades!
Beijos Cá e Lá






posts para as Dindas!!!

Por motivos técnicos, fiquei um tempo sem descarregar a máquina, então não pude postar algumas atualidades. Como já disse antes, a Dinda da Lara mora em São Paulo (que não atrapalha em nada a aproximidade das duas, pois essa tenho certeza que sempre se fará presenta na vida da minha filha), e ela não foi escolhida à toa. Mas graças a Deus, minha filha é muito amada e tem uma Dinda do coração que nós amamos muito e por isso deixo aqui o registro de uma noite muito agradável que passamos na casa nova dela, com direito a sua linda árvore de natal que ela tanto queria mostrar pra Lara e presentiá-la.




Dinda Sue, e tio Rodrigo, te amamos
Beijos Cá e Lá

Que miau e piu piu que nada!!!

Sempre estimulei muito a Lara, com brinquedos, psicomotrocidade, e livros. Nestes sempre mostrei bichinhos pra ela. Tem o da selva, domésticos, da floresta e hoje a baixinha mostra suas preferência por citá-los quando os vê.
Ela nem se manisfesta com passarinho, gatos e/ou coelhos. Apesar de adorar vê-los se movendo, pois já falei aqui: ela ama bichos.
Mas não pode ver:
Girafa = gigi
Hipopótamo = popoto
Elefante = fante
Macaco = caco
Tartaruga = tata
Pato = pato
Galinha = cócó

E claro, gente, os cachorrinhos, o famoso au au de toda criança, mas também pudera, ela tem convívio com 4.

Beijos
Cá e Lá (fã de animais não corriqueiros em nosso dia a dia)

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

16 meses!!

Oi, mammãiiiiiiii
É, já não sou aquele bebezinho paradinho que só se comunicava com olhares e fazia todas suas vontades.
16 meses se passaram, já consigo me comunicar com palavras soltas, ainda não formo frases, mas cada dia aprendo uma nova e com meu vasto vocabulário nos viramos bem no nosso diálogo. Isso mesmo, mamãii. Adoro conversar com você e ver como me entende, sei que seremos assim pra sempre nessa empatia deliciosa no mundo de nós duas, mas seremos boazinhas e não deixaremos o papai com ciúmes e de fora, senão ele faz carinha de cara de gatinho do shrek, e como amamos muito ele, deixaremos ele entrar na nossa conversa...rsrsrs
Meus movimentos já estão mais precisos, consigo encaixar meus presentes e colocá-los em seus devidos lugares (triângilo, círculo, estrelinhas...) com uma habilidade inata.
Me interesso cada vez mais por estes livrinhos que me apresenta desde pequena (isso mesmo, mamãi, desde pequena porque hoje sou sua pequena grande garota) que me encantam com toda novidade que temos no mundo, como animais, cores, formas.
Sem falar nas músiquinhas, que hoje aprendo seus gestos. Basta você começar a cantar para fazer a casinha da lagartixa, roda a roda do ônibus, mostrar que o balão cair na minha mão....
É, mamãi, são 16 meses de alegria e descobertas que juntas desbravamos.
E obrigada pela sua compreesão e paciência (mesmo que essa as vezes vá embora) nas partes chatas desses 16 meses, as pirraças, os gritos pela minha falta de paciência quando não consigo o que quero, meus choros sem razão, mas como já me ensinou, tudo tem seu lado bom e ruim....
Lembre das minhas gracinhas e das nossas gargalhadas. Não é assim que você sempre faz?!
ha ha ha
Beijos mamãiiiiii
Sua pequena grande garota Leleca

Beijos Cá e Lá

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Coração de mãe tem que ser de ferro...agora, otite média.

No final de semana Lara começou a ter febre. Assustados com os episódios anteriores, não exitamos em levá-la ao hospital pediátrico. E lá vem o diagnóstico de otite média. Eu, mais uma vez, pesquisei e conversei com pediátras, pais e mães experientes para saber exatamente o que é essa otite e como cuidar da minha pequenina.
Lara perdeu o apetite (coisa que ela adora é comer e tá rejeitando tudo e estamos conseguindo comer sem que ela peça papa), tem tido febres altas (acima de 39) e seu olhinho está bastante caído.
Bem diferente da minha espoletinha, até tem brincado, mas num ritmo mais devagar. Isso tá apertando demais meu coração.

O que é a otite ou dor de ouvido?
Otite é o termo médico usado para toda infecção do ouvido, que pode ocorrer no ouvido externo ou médio e pode ser aguda ou crônica.

Como é o ouvido?
O ouvido, órgão com a função de audição e equilíbrio, possui três divisões. A primeira, a orelha externa compreende o pavilhão auricular e o conduto auditivo externo, revestidos por pele, que termina na membrana chamada tímpano. Sua função é localizar a fonte sonora, amplificá-la e levá-la até o ouvido médio. Esta é uma cavidade preenchida por ar e que se localiza dentro do osso temporal (osso que faz parte do crânio) e contêm três pequenos ossos, o martelo, a bigorna e o estribo, que amplificam o som que chega à membrana timpânica para a parte mais interna do ouvido, o labirinto. No ouvido médio também se localiza a tuba auditiva, ou trompa de Eustáquio, que estabelece ligação com o nariz (fato importante na origem da otite média) e que é utilizada para igualar a pressão do ar entre a ouvido médio e o ambiente externo (por isso quando descemos a serra bocejamos ou deglutimos para "desentupir" o ouvido). O labirinto possui uma parte destinada a percepção dos sons, chamada de cóclea, e à conversão das ondas sonoras para estímulos elétricos que serão levados até o cérebro, e outra que contribui para o equilíbrio do corpo.


Por que as crianças são mais afetadas pela otite média do que adultos?
Há muitas razões porque crianças têm mais probabilidade de sofrer de otite média do que adultos. Em primeiro lugar as crianças têm mais problemas para lutar contra infecções. Isso porque seu sistema imunológico ainda está em desenvolvimento. Outra razão tem a ver com o tubo de eustáquio da criança, uma pequena passagem que conecta a parte superior da garganta com o ouvido médio. Esse tudo é menor na criança do que no adulto, o que contribui para otite média de várias formas. O tubo de eustáquio é geralmente fechado, mas abre regularmente para ventilar ou repor o ar no ouvido médio. Esse tudo iguala a pressão de ar no ouvido médio em resposta a alterações na pressão atmosférica do ambiente. Porém, o tubo de eustáquio que está bloqueado pelo inchaço do seu revestimento, ou entupido por mucosa decorrente de resfriado, não consegue ventilar o ouvido médio. A falta de ventilação pode permitir que acumule fluido.
Um fator a mais que faz a criança mais susceptível à otite média é que suas adenóides são maiores do que em adultos. Adenóides são compostas principalmente por linfócitos que ajudam a lutar contra infecções, porém quando são muito grandes podem interferir com a abertura do tubo de eustáquio. Adicionalmente, a própria adenóide pode ficar infectada, e esse infecção se espalhar para o tubo de eustáquio.

Quando bactérias alcançam o ouvido médio através do revestimento ou passagem do tubo de eustáquio, podem causar infecção que ocasiona inchaço do revestimento do ouvido médio, bloqueando o tubo de eustáquio e provocando a migração de células brancas da corrente sanguínea para ajudar a lutar contra a infecção. Nesse processo as células brancas se acumulam, geralmente matando as bactérias e morrendo depois, ocasionando a formação de pus. À medida que o fluido aumenta, a criança pode ter problemas de audição. Se a infecção piorar, a criança pode ter forte dor.



A infecção da orelha externa é chamada otite externa e do ouvido médio é chamada otite média.

Otite externa
A otite externa é mais comumente causada por bactérias ou fungos. Na maior parte das vezes, eles penetram através de lesões na pele que recobre a orelha externa provocadas por objetos (cotonetes, grampos, por exemplo), por atritos ao coçar ou secar o ouvido e pelo contato com água contaminada (mar, piscina, banhos). O contato freqüente com a água pode facilitar a remoção da cera que serve de proteção para o canal auditivo. Por isso, a otite externa também é conhecida como otite dos nadadores.
Ocorre uma dor intensa e diminuição da audição. Em alguns casos, podem aparecer secreção e coceira. O diagnóstico é feito considerando os sintomas e por meio do exame otológico que permite visualizar o interior do ouvido.
O tratamento da otite externa inclui analgésicos. Antibióticos e antifúngicos são usados como medicação tópica (gotas). Calor local ajuda a aliviar a dor e, no caso de haver coceira, aspirar a secreção pode ser a conduta indicada.

Otite média
A otite média é a segunda doença mais comum da infância, após as infecções de vias aéreas superiores. Segundo um estudo epidemiológico, aos 12 meses de idade cerca de 2/3 das crianças já apresentaram pelo menos um episódio de Otite Média Aguda (OMA), e aos 3 anos cerca de 46% já tiveram 3 ou mais episódios de OMA. Além disso, o estudo mostrava haver dois picos de incidência de OMA: entre 6 e 11 meses de idade (pico mais importante) e entre 4 e 5 anos de idade. Mas pode ocorrer em pessoas de qualquer idade.
A otite média aguda é uma infecção por bactérias ou vírus, que provoca inflamação e/ou obstruções e que se não for tratada pode levar à perda total da audição. Costuma ocorrer durante ou logo após gripes, resfriados, infecções na garganta ou infecções respiratórias.
Os vírus e bactérias, normalmente infectando o nariz e faringe, ascendem pela tuba auditiva e causam acúmulo de pus dentro do ouvido médio. A pressão exercida por esta secreção levará a dor, febre e diminuição da audição. Algumas vezes ela chega a ser tão intensa que leva à ruptura da membrana timpânica e saída de secreção purulenta misturada com sangue pelo conduto externo (otite média aguda supurada).
Os principais sintomas são, portanto, a dor muito forte, diminuição da audição, febre, falta de apetite e secreção local. O diagnóstico se baseia no levantamento dos sintomas e no exame do ouvido com aparelhos específicos como o otoscópio.
O tratamento requer o uso de antibióticos e analgésicos. Em dois ou três dias, a febre desaparece, mas a audição pode leva mais tempo para voltar ao normal. Se a perda auditiva não regredir, pode ser sinal de secreção retida atrás do ouvido médio, que será retirada cirurgicamente através de uma pequena incisão no tímpano. O tímpano geralmente se regenera espontaneamente.
Vacinas contra o Haemophilus influenza e o Streptococcus pneumoniae protegem as crianças de uma série de infecções menores, entre elas a otite média e a amigdalite. Especialmente a vacina contra o pneumococo, consegue reduzir a incidência de otite em 6% ou 7% da população infantil.

Otite média serosa.
A otite média serosa é caracterizada pela presença de secreção inflamatória (serosa). Em geral se manifesta por perda auditiva e otites agudas de repetição. Está relacionada à obstrução da tuba auditiva, podendo fazer parte do quadro clínico das alergias das vias aéreas superiores, aumento da adenóide e sinusites. Seu tratamento pode ser clínico, com resolução espontânea, e ocasionalmente cirúrgico, com a colocação de "tubinhos" de ventilação.

Otite média crônica
A otite média crônica se caracteriza por uma história mais arrastada, com duração de 3 meses ou mais. É a principal responsável pela queda da audição em crianças e, conseqüentemente, do aprendizado. Em geral apresenta uma perfuração permanente na membrana do tímpano, como seqüela de uma otite média aguda mal tratada e que esporadicamente se infecta (sobretudo quando há entrada de água pelo conduto) manifestando-se pela presença de secreção (pus).
As constantes reinfecções desta cavidade podem levar a seqüelas irreversíveis na audição e ainda possibilitar o crescimento de pequenas massas, os chamados colesteatomas, que passam a invadir o ouvido médio causando grandes complicações. O tratamento da otite média crônica inclui controle da infecção (em geral gotas tópicas) e proteção contra entrada de água e até mesmo o tratamento cirúrgico. A cirurgia visa evitar novas infecções e secundariamente tentar recuperar a audição que restou daquele ouvido.

Recomendações e prevenções das otites
• Evite o uso de cotonetes, pois podem retirar a cera protetora do ouvido ou empurrá-la para dentro do canal auditivo ou até mesmo machucá-lo;

• Utilize protetores macios para evitar a entrada de água quando for nadar;

• Limpe, com freqüência, as secreções nasais provocadas por gripes e resfriados, para evitar que o catarro se acumule no nariz e na garganta. Essa recomendação vale especialmente para bebês e crianças pequenas;

• Nunca amamente seu bebê deitado. Essa posição favorece a entrada de líquidos em sua tuba auditiva que predispõe infecções;

• Não introduza objetos que possam ferir a pele para limpar ou coçar o ouvido;

• Enxugue a orelha com cuidado, usando uma toalha macia enrolada na ponta do dedo;

• Cuidado com a automedicação e não siga sugestões de conhecidos para aliviar a dor de ouvido(leite de peito, ervas, azeite não devem ser colocados dentro do ouvido);

• Procure atendimento médico sempre que apresentar dor de ouvido, coceira intensa ou diminuição de audição.

Beijos Cá e Lá (na recuperação)

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Leleca, ser ou não ser filha única... eis a questão.

“O nascimento de um filho provoca alterações físicas, psicológicas e emocionais súbitas, irreversíveis numa mulher (…). Atravessamos uma ponte de sentido único quando temos o primeiro filho”, escreve Kate Figes em A Mulher e a Maternidade (Editorial Presença).
A chegada de uma criança vem revolucionar a vida de uma mulher mais do que qualquer outra coisa, obrigando-a a olhar para dentro de si, convidando-a a reavaliar valores e prioridades, a reorganizar o seu papel na família e as suas relações mais íntimas. Assim, quando tive a pequena Lara reavaliei a minha sempre vontade de ter 2 filhos.
Primeiro, o meu emocional não estava 100%, pois estava muito cansada e achando que não teria disposição para ter outro filho. Boba eu! Nós, mães, temos um amor e força tão grande e incondicional, que aguentamos todo tranco. Deus nos fez forte pra isso. E outro fator era o financeiro. Estamos num proceso de aquisições, apartamento, mobiliários e no momento ficaria difícil ter outro, já que queremos dar ótimo conforto para nossas crias.
E aí num ato "involuntário" da minha vontade de ser mãe novamente, comecei a pesquisar sobre filho único em sites, revistas e principalmente perguntar para mães e filhos únicos o que eles achavam disso.
Sei que na verdade só estava achando uma forma de falar logo que estava louca de vontade de ser mãe novamente, mas que mediante situação, tinha que achar alguma justificativa para o fato.
E vi que ser filho único não é tão rui assim, você sendo firme, sabendo educar e sempre socializar seu filho com outras crianças. Mas tínhamos um  impencílio, a Lara não será só filha única e sim tudo único. Neta única das duas partes. Pela minha família temos quatro meninos, como sou temporão, eles já estão crescidos com seus 16, 19 e 23 anos. Isso mesmo, essas são as idades dos meus sobrinhos e ela a única menina, que é xodó também dos primos. Da parte dele também neta única, seu irmão mais velho ainda não manifestou qualquer queda para paternidade. Além disso, é padrinho da Lara e também é louco por ela. Ou seja única sobrinha, única afilhada. Diante de tantos únicos, como criar bem uma pessoinha para que não seja egoísta e saíba dividir se ela não tem com quem dividir?
Vi que de todos os filhos únicos que perguntei se gostavam da experiência, apenas duas mulheres falaram que sim, mas as respostas se coincidiram e me assustaram.
-   É ótimo, pois nunca precisei dividir quarto, sempre tive o presente que quis e minha mãe faz todas minhas vontades.
Já viu né? Nem preciso comentar tais respostas.
Bem, como estamos loucos para sermos pais novamente, meu amado maridinho já estava me convencendo de tal coisa antes de eu ter certeza do que queria. Estamos correndo atrás do financeiro para podermos ter 2 em ótimo conforto e condições.
Mas nas minhas pesquisas para quem quer ficar no único filho segue algumas dicas:

10 mandamentos para criar apenas 1

Pais experientes, educadores e psicólogos ensinam maneiras de criar um Pequeno Príncipe e não um tirano mimado

1 Se ter apenas um filho for uma opção, é bom deixar claro para ele. Isso pode evitar chantagens sentimentais. Não sendo uma decisão do casal, não cometer o erro de sentir culpa por não ter tentado com mais afinco ter outros filhos. Geralmente, isso leva os pais a procurarem compensar o "coitadinho", fazendo as vontades e não estabelecendo limites. Pais que decidiram ter filho único são mais realistas e tranquilos, porque sentem que fizeram a escolha certa.

2 Uma criança que se sente valorizada demais pelos pais, ou que recebe excesso de atenção, pode crescer achando que o mundo lhe deve alguma coisa. Resultado: sofre mais com as inevitáveis decepções.

3 Como filhos únicos são precoces, costumam achar crianças da mesma idade bobinhas para o seu gosto. Isso ocorre, em geral, aos 7 ou 8 anos e é mais do que recomendável incentivá-los a conviver e interagir com colegas um pouco mais velhos, em vez de só fazerem programas de adulto.

4 Quando não há irmãos, a criança pode ficar dependente demais dos pais para tudo, da ajuda com o dever de casa às brincadeiras. Ela precisa aprender a se virar sozinha, pois o pai e a mãe não estarão sempre dispostos e/ou disponíveis.

5 Querer dar a seu filho o que você não teve não é nenhum pecado. Mas providenciar o que ele quer segundos depois de manifestar o desejo é acostumá-lo mal. Numa família com mais crianças, cada uma tem de aprender a esperar sua vez. E aprender a esperar é uma lição vital.

6 Seu filho único é o único filho que você tem, não a segunda chance dos pais de realizarem um sonho pessoal, tipo tornar-se uma bailarina clássica ou um craque de futebol. Se a criança perceber que esperam alguma coisa dela (e geralmente percebe), vai se esforçar para atingir um objetivo que pode não ser o que realmente quer na vida.

7 Filhos únicos tendem a ser perfeccionistas, um mal que costumam compartilhar com primogênitos de famílias mais numerosas. Até aí, nada de mal, desde que os pais segurem o impulso de dar um jeitinho extra na arrumação que ele próprio fez da cama ou dos brinquedos. Não se deve esquecer que o melhor possível para uma criança não tem nada a ver com o melhor possível para um adulto.

8 Irmãos implicam uns com os outros e essa é uma boa maneira de aprenderem a se defender melhor. Quem não tem essa experiência pode desenvolver uma sensibilidade exagerada às pequenas maldades que as crianças fazem entre si naturalmente e se magoar com mais facilidade. É importante os pais ficarem atentos para situações assim e explicarem que essas coisas costumam acontecer mesmo e não têm nada demais.

9 Os pais devem aceitar o fato de que seu filho único vai se machucar um pouco. Se isso não acontecer, nunca vai crescer. Deixe-o experimentar alguma adversidade, por mais duro que seja. Vai doer mais em você do que nele, pode acreditar. O que ele mais precisa é do seu tempo e da sua coragem para virar as costas e deixá-lo respirar.

10 Não é possível nem razoável dar tudo para uma criança, única ou não. Não há nada mais prazeroso para qualquer pessoa do que o sabor da conquista. O que vai definir se ela é feliz ou triste é a convivência harmoniosa na família, a boa educação (o que nada substitui) e o apoio dos pais, que não significa apenas passar a mão na cabeça, mas saber dar uma boa bronca quando for preciso. Tudo isso pode ser resumido numa regra simples: para seu Pequeno Príncipe ser feliz, se sentir amado e aprender a amar vivendo no mundinho particular dele, deve saber, sem sombra de dúvida, que tem sinal verde e incentivo para voar alto, mas sem ultrapassar certos limites, importantes para toda criança.
 
Beijos Cá e Lá (daqui a pouco mais alguém)






 

E a pequenina acha que vai conseguir tudo no grito.

Eu sou uma pessoa bastante calma, pelo menos aparentemente, gosto de resolver tudo na conversa, ou melhor, eu destesto gritos e discussões, e não é que a Lara já sabe disso?
Eu não sei se é porque ela possa ficar irritada por querer falar e não consegue, ou sei lá o que.
O que eu sei é que ela está numa fase que qualquer coisa que aconteça fora do que ela deseja, a pessoa solta a garganta.
Sério, ninguém merece, meu ouvido não é penico.
Tive meu período de tolerância e espera para ver no que ia dar. É aquela história do "ela é pequinininha, não vou brigar" ou "ela não entende".
NÃO ENTENDE?!?! Se entende que gritar tira a mamãe e o papai do sério, vai entender que se gritar não vai conseguir o que quer.
Hoje pela manhã ela queria água e começou a gritar, pois queria do jeito dela, beber na garrafa...expliquei que por ela ter brigado ficaria sem, e que quando ela estivesse calma eu daria e não dei.
Pronto ou "ponto". Vamos ver se assim vai dar certo para o fim dos gritos.

Beijos Cá (que tem que educar) e Lá (que tem que entrar nos eixos)

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

E o DNA começa dar sinal de vida.

Quem me conhece sabe que eu tenho uma certa paixão por bolsas e sapatos, que foi deixada um pouco de lado pela maternidade. Principalmente no início, quando as mamadas regulares tomam conta de nós com um cansaço sufocante, reprimindo qualquer vaidade.
Passado esse período, com a maternidade ficando cada vez mais light, (ao menos, nesse sentido), voltamos a nos encontrar com nosso eu e fazer as pazes com essa tal vaidade que já estava ficando pra lá de esquecida.
E começamos a ter nossas bolsas, mesmo que dentro delas tenha, fralda, sapatinhos, lenços umedecidos e papinhas, mas são nossas bolsas.
Começo a diversificar meus sapatos e Lareca já mostra que tem tino pra coisa.
Não pode ver um sapato, que pega. Os dela ela tenta colocar nos seus pezinhos, os meus ela pede pra eu colocar. Ela poderia tentar o contrário que seria mais fácil.. rs.
E hoje eu percebi um pouco que isso ela já esta imitando de mim, quando fui me arrumar para trabalhar, peguei minha sandália e estava colocando nos pés e ela sem exitar:
- Pato
eu disse:
- Sapato da mamãe
ela foi, escolheu o dela, trouxe pra mim, sentou no meu colo e tentou colocar o dela.
coloquei seu sapatinho e ela disse:
- ponto.
E me deu a mão para irmos embora

É papai, agora você terá a mamãe e a filhinha centopéia... rsrs
Que destino o seu... rsrs

Beijos Cá e Lá (já mostrando seus gostos)

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Vamos pra escolinha brincar com as amiguinhas!!!!

Não queria falar pois pode estar muito cedo, mas estou tão feliz que não estou cabendo....
Leleca chora na entrada da escolinha, já contei que até já paguei um mico dançando na primeira vez que ela não chorou. Só que depois ela voltou fazer bico. :(
Só que esta semana Lareca ainda não chorou...tudo bem que hoje ainda é terça, mas ela não chorou ué. E a mãe fica boba.
Acho que achei o bizu... é levá-la no embalo da música.
Vamos pra escolinha brincar com as amiguinhas.
Ela se distrai, vai dançando no nosso colo e fica feliz. ;)
E a mamãe também :D


Beijos Cá (nas acrobacias) e Lá (no embalo da música)

Orgulho desse super paizão.

Lareca tem um super paizão, um pai amigo, paciente, dedicado, brincalhão. Isso mesmo: brincalhão!!!
Nunca pensei que o sem jeito do meu lindo marido fosse se tornar um cantor, dançarino. Mas a Lara
conseguiu isso, como é gostoso ver os dois brincando, ouvir as gargalhadas deliciosas dela, refletindo no brilho de um pai feliz e realizado com a cria. É gostoso sentir o perfume do amor dos dois, da cumplicidade e alegria que os dois juntos exalam, dançando xuxa, dando cambalhotas no colo do papai, olhando pra lua e recebendo um beijinho no pescoço, fazendo bagunça no banho, e admirar os dois grudadinhos depois de tanta bagunça adormecendo com o carinho de suas mãozinhas no rostinho gratificado do papai.
Vocês me completam.
Amo muito tudo isso.

Beijos Cá (realizada) e Lá (chamando o papaiiiiiiii)
 
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