gullilara.blogspot.com

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Estamos em Obra para melhor atendê-los

Oi Gente
Eu e Lá estamos um tanto quanto resfriadas, congestionadas, febris e afins...aff
Estamos nos cuidando... leia-se: mamãe exaurida, doente e cuidando de criança dodói, imaginem...
NÃO, NEM IMAGINEM!!! É DE DAR DÓ!!! rsrs
Voltamos em breve

Beijos Cá (atchim) e Lá (espirro)

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Amor animal ou amor pelo animal !?

Eu e Vida Minha sempre fomos apaixonados por animais, em especial cachorro e sempre tivemos nossos animaizinhos, eu com minha Thatty Charlete, neta que herdei da sua mãe Thutty Charlete que virou nuvem antes de a Lara nascer, uma poodle mini piruaça  com capa de chuva rosa, sapatinhos, vestidos de babados e etc... E Vida Minha com seu cocker spaniel arteiro e lambão como qualquer cão que se honre dessa raça. E com a nossa temporária falta de casa, temos mais um contato direto com mais uma cachorra, Suzy, a poodle médio da minha irmã, e tínhamos com a Xuxa (que já citei por aqui que depois de 26 anos de convivência conosco, foi fazer companhia a Tutthy). Então a Lara é mais que acostumada com cachorro:


Momento bom: acho que faz um bem enorme pra ela (bem, claro pra ela, não para os cachorros)

Momento ruim: ela não tem medo de nenhum, bem claro, NENHUM cachorro, grande, médio, pequeno, pois todos de nossa convivência são uns bananas com ela e a pequena faz o que quer com eles

Achava que pela convivência, os caninos deveriam até passar por desapercebidos pela pequena já que está com eles todos os dias, mas eu não sei o que passa pela cabecinha dessa pequena, mas é parecido com: "eles são meus brinquedos animados favoritos", e quando ela chega em casa acaba o sossego dos caninos, ela que pegar, beijar, abraçar, carregar, montar, segurar . Eu ??? Eu sei vocês devem estar perguntando, mas que atitude eu tomo é uma maldade com os pequeninos, tudo bem que eles deixaram de ser prioridades depois que a Lara nasceu, mas daí virar fantoche na mão dela é demais.

Simmmmm Eu concordo com vocês, mas não sei mais o que faço, converso, cantinho do pensamento, digo que vou cortar o pulso, mas nada adianta. Quando ela vê aqueles quadrúpedes andando na frente dela, ela não resiste e não deixa escapar.

Eu não sei o que faço, confesso que às vezes eu me rendo e me divirto com a alegria e deliciosas gargalhadas da pequena e peço para que São Roque proteja esses pobres animais.


Suzy


Thatty



Beijos Cá (correndo atrás da Lá) e Lá (correndo atrás dos cachorros)

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Beijos Medicinais

Uma das coisas que sempre sonhava com a maternidade, eram os famosos beijos medicinais.


Achava o máximo aquelas crianças que se machucavam, vinham chorando pra mãe dizendo que se machucou e o simples mas mágico beijo da mãe sarava qualquer dor.

Bem tive minha cria essa começou com as artes by Lara e eu comecei a dar o beijo medicinal na minha filhota só não esperava que ela ia me achar a verdadeira curandeira.

Lara parece que tem imã na cabeça, pra parede e quinas... Ai vem ela:

- Coco mamãe, beijo. Eu dou meu beijo e ela diz:

- Ponto.

E já sai alegre e faceira pronta pra próxima arte, também quem se importaria em se machucar se tem uma mãe com um beijo de colocar qualquer médico no seu devido lugar com tantos anos de faculdade mais os extras de residência.

Agora eu falando como mãe como é bom saber que pra alguém somos heroínas, com super poderes capaz de proteger, sumir com dores e confortar tristezas dos seres que mais amamos no mundo mesmo sabendo que não é pra sempre nos achamos seres especiais acima de tudo e todos e uma sensação tão completa, tão mãe é isso mesmo uma sensação tão mãe, tão grandiosa e indefinida por palavras, só mães, realmente mães podem falar dessa sensação que é de ter e proteger seres tão frágeis e amáveis como nossos filhos.

Beijos Cá (mãeravilha) e Lá.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Papo de Mãe

Ontem eu vi o Programa Papo de Mãe, onde o assunto foi sobre mães blogueiras.


Vi que isso virou verdadeira febre, mas é muito bom pra nós, pois trocamos muitas figurinhas que nos são uteis e para nossos filhotes.

Lá tinha mães que já são conhecidas por nós, às autoras do Comer para crescer, Mãe ocupada... Foi um encontro delicioso, com um bate papo e crianças soltas e brincando.

Junto a elas tinha uma psicóloga que explicava um pouco do nosso universo e mostrava que não fazemos exposição de nossa vida e sim solucionamos pequenos problemas que os surgem, com tantas dúvidas vindas junto com a maternidade e aumentamos nosso ciclo de amizade. Amizades com mesmos interesses, com mesmas restrições e mesmo momento de vida, facilitando a empatia e seu desenrolar.

E um especialista em Segurança da informação que deu várias dicas pra nos protegermos de pessoas más que sabemos que por ai tá cheio, segue algumas dicas:

- Nunca dizer onde mora.

- Não tirar foto do carro e muito menos mostrar placa.

- Nunca mostrar o uniforme do seu filho, logo não dizer onde estuda.

- Sempre moderar seus comentários.

- Não aceitas comentários anônimos.

-Não permitir links em seu blog.

- Não colocar fotos da frente da casa e/ou prédio.

Beijos Cá e Lá

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

22 Meses!!

Que fase gostosa, tantas descobertas, tantos desafios ...e uma boa dose de paciência da mãe.
Sim, tem vezes que chegamos ao nosso limites nessa fase de autonomia e teimosia.
Mas também nos transbordamos de amor meio a tanta mudança em pouquissímo tempo. De uma semana pra outra temos uma pessoinha com gostos, manias e jeitos totalmente diferente da anterior.
Às vezes penso que tenho uma pequena mutante em casa, mas é só o ser mais lindo do mundo em fases de descobertas.
Uma pessoa que agora sabe que pode escolher o que vestir...afff que chororô pra tirar o pijama da cócó ou a blusa da Gigi (acho que já leram aqui que a pequena é Girafamaníaca). Que ontem repelia qualquer adereço e hoje não sai de casa sem sua bolsa e seus óculos escuros.
O terrible two ao pé da letra acho que ainda não chegou, mas essas birras dão lugar a manha e choramingos. Pára TUDO!!! É isso mesmo, a pequena Lara está com mania de pedir tudo choramingando, (como isso me tira do sério) e começa fazer biquinho sem sair uma lágrima sequer.
Mas mesmo assim eu me derreto com tanta fofice contida numa miniaturinha de pessoa que nos invaidece com tanta inteligência e graciosidade.

Beijos Cá e Lá (crescendo)

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

O dia dos pais - pelo papai

Eu nãoo podia deixar de escrever hoje aqui. O dia dos pais foi ontem, mas quem merece uma homenagem [e essa mulher linda e maravilhosa que meu coração escolheu para ser minha esposa e mãe da minha filha (e do(s) próximo(s) também rsrsrsrs)


Não sei se ela já falou por aqui, mas o papai da Lara está sempre tentando o melhor para sua família, seja aproveitando novos desafios dentro da própria empresa, seja buscando oportunidades nos concursos. Após bater na trave no último do BNDES, eu achei que poderia tentar mais uma vez, agora na Petrobras, o que sempre foi meu sonho. Abriu edital, já vimos esse filme. “mo, vamos tentar mais uma vez?” ela: “vamos sim. O que você precisar estou do seu lado.” Leia-se aqui o significado do nosso diálogo “mo, não estou pra ninguém, não deixe ninguém encher minha cabeça ou me amolar até o dia da prova”

E lá se vão quase 2 meses de estudos intensivos o que significa que chego em casa, tomo banho, estudo até não conseguir mais ficar acordado e todas as minhas responsabilidades com ela, a pequena Lara, e a casa ficam todas com ela. E aos finais de semana faço um curso baseado em resolução de questões de provas das 8 às 19.

É uma situação horrível, morrer de saudade das duas e não poder dar atenção nem tempo. Só com muito apoio mesmo. E isso sei que neste sentido ninguém está na minha frente, pois ninguém tem a mulher que eu tenho.

Este final de semana foi o dia mais difícil de todos. No sábado era a festinha de dia dos pais da escolinha da minha chumbrega. E não fomos por causa da aula. O sentimento por dentro era nada em relação ao que sentiria no domingo. Acordamos, e após um rápido café da manhã e 5 minutinhos de brincadeira, o papai sai para mais um dia inteiro de aula. Ao chegar lá, ao menos vejo vários na mesma situação que eu, e a dor é dividida.

Mas o que ninguém lá dividia comigo era o privilégio de ter a mulher que eu tenho.

Ao chegar ao intervalo para o almoço, abro a porta da sala, quem vejo? A pequena Lara chamando “papááái” com um presentinho na mão e sua mamãe logo atrás. Demorei a acreditar, mas era aquilo mesmo. Elas foram lá de surpresa para almoçar comigo. Dentro os mais de 100 alunos, alguns comentários “nossa, que linda ela, veio comer com o papai”, outros “dava tudo pra meus filhos estarem aqui também”.

E o sujeito aqui se sentindo o marido e pai mais amado do mundo.

Não pudemos comer descentemente, porque o centro do rio não tem nada aberto aos domingos, mas foi o MC Donald mais gostoso que já comi na vida.

Meu amor, obrigado por existir, ser minha esposa e obrigado por me dar essa filha tão linda.

Eu te amo.

Beijos
do Papai mais feliz do mundo (que ganhou uma polo do Mengão),
Antonio








Feliz Dia dos Pais!!!

Deu Positivo!!!
Fique nervosa, ele radiante.
Tive receio, ele certeza.
Não sabia o que pensar, ele só queria amar.

Desde o primeiro momento em que ele soube que teríamos um filho, ele virou PAI.
Sim, nós queríamos. Eu tinha parado de tomar remédio, mas quando tive certeza, confesso que pensei:
E agora? Serei responsável por alguém...
E Vida minha estava pronto, pronto, pra ser amigo, paciente, pra educar, pra lutar por um ser pequenino que ele sabia que mudaria nossas vidas.
Ela chegou e só constatamos o que já esperávamos, Lara ganhou um super pai...
Um pai que dança com ela, que deu seu primeiro banho em casa, que lê livros, blogs, para cuidar com todo zelo que esses serzinhos merecem.
Troca fralda, faz seu mama, ficam sozinhos, dão altas gargalhadas, aprendeu a gostar de rosa e vestidos meigos.
E tem sim um amor incondicional, que é lindo de ver.
Amo os dois, amo admirar os dois, amo o pai que dei pra nossa filha.
Não tenho como por aqui dizer o que realmente sinto e admiro, mas deixo minha homenagem para todos os pais e pra esse paizão que tanto admiro e amo mais e mais.

Beijos Cá e Lá (parabenizando os pais)

Museu da Barbie

Essas eternas bonecas que fizeram parte da nossa infância completaram 50 anos e continuam com a mesma vitalidade que nós a conhecemos.
Para comemorar esses tão bem vividos 50 anos no mundo fashion, um shopping daqui do Rio fez uma exposição com toda sua história. Eu como barbimaníaca que fui, não pude deixar de ir e apresentar essa boneca que tanto mexe com nossos sonhos, fazendo-nos projetar nosso futuro em nossas brincadeiras, a minha pequena Lara.
Ela ficou encantada, mas confesso que eu fiquei mais ao avistar bonecas, carros, casas que eu tive na exposição, esse mundo é realmente mágico.
Mas é claro pra todos... eu fui levar a Lara...shiiiiiii..rsrs

Minha princesa no tapete vermelho

Toda boba...rs


na cadeira da cesa babi

Vó Tide tb foi relembrar minha infância e apresentar a da netinha.

Carro mamãe!!! Eu tinha!!!

Essa coleção eu tinha e sonhava com os shows que produzia delas.

Beijos Cá (barbimaníaca) e Lá

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Fazendinha - RJ

Então, eu já falei aqui do passeio que nós fizemos em Sampa no PetZoo, que super amamos, e que despertou a Felícia que morava dentro da.pequena Lara. E que nosso passeio foi interrompido pela chuva que caiu. Eu não me aguentei e tive que procurar um lugar como esse aqui no Rio e ACHEI!!!!

Marquei com a Priquitinha e Bruno para levarmos o Nico e a pequena Lara...

Domingo pela manhã acordamos e ligo pra Priquitinha e infelizmene o passeio dela com o Bruno foi o hospital, pois ela estava muito indisposta e com febre.
E mais uma vez, nossa amizade se fortificou, ela confiou seu filho pra ir conosco na fazendinha. Não seria legal pra ele aquele ambiente que nem mesmo nós adultos gostamos.

Chegamos na fazendinha e logo eles se encantaram. Lara pelos bichos e Nico pelo espaço imenso que ele tinha pra percorrer. E nós por eles, pra ver o quanto eles são fofos e felizes.

Foi um domingo Inesquecível.

Mas deixo aqui que o PetZoo é muito melhor que a Fazendinha, os monitores, a forma de apresentação dos bichos, a organização, enfim. O monitor acompanha o passeio, leva em cada casinha dos bichinhos, podemos tocá-los e interagir. Fora o berçario, um lugar onde as crianças vêem os filhotinhos dos bichos... por serem pequenos, eles se identificam mais. Já na fazendinha eles ficam soltos, não conseguimos alimentá-los, não tem ninguém pra explicar, falar sobre os bichinhos, ensinar fazer carinho...
Tem outras coisas como tirolesa, charrete, andar à cavalo...mas era tão cheio que nem ficamos em fila, tudo inútil pra nós.


Lara e o Toelho

Aventureiros na ponte

Vida minha todo feliz

Que abraço gostoso!!! Upa!!

Lara e os patos

O preferido mesmo é o porquinho da índia

Não foge com ele não...rsrs

Upa cavalinho

Comendo na hora de ir embora 

Cansados?! Que isso, nem correram, nem brincaram nada...

   Beijos Cá (treinando pro segundo :$) e Lá (brincando com o Nicooo)


quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Reunião de pais.

Ontem foi a Segunda Reunião de Pais na escolinha da pequena Lara.
Confesso que fiquei muito feliz e satisfeita em saber do comportamente obediente, alegre, criativo, meigo, comilão e cooperativo da minha Gulli.
As professoras falaram que Lara é muito meiga, topa todas as atividades, faz tudo sem fugir e/ou reclamar. Come muito bem, sempre provando aos pouquinhos a primeira colherada, coopera sempre com a tias e ajuda a guardar os brinquedos, essa não é minha filha. Diante da dificuldades, chora e pede ajuda ao adulto, não gosta de emprestar brinquedos, não troca brinquedos, não aceita empréstimos e disputa brinquedos. Lara está precisando de um irmão, mas que esse comportamento é normal na sua faixa etária. Não bate, não empurra, não morde...ela é uma fofa.
Seu relatório de coordenação e desenvolvimento foi ótimo e só evoluiu.
E a mamãe coruja aqui está toda-toda e muito cheia de orgulho da pequena.

Beijos Cá e Lá

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Parabéns Nicoooo !!!

Meu sobrinho de coração fez 2 aninhos e há exato 2 anos eu agradeço todos os dias por Deus ter posto essa família na nossa vida. Pessoas maravilhosas que temos o privilégio de fazer parte de suas vidas, uma amizade que começou por causa da maternidade, totalmente descomprovissada que vamos levar pro resto de nossas vidas. Foi uma empatia total entre as mães (eu e priquitinha), pais ( vida minha e brunico) e filhotes (pequena Lara e Nicooooo(assim que ela  chama o Nícolas). Ele é como se fosse o primo mais velho (da mesma faixa etária, pois ela tem 4 primos beeem mais velhos...Lara é a única criança da família ou melhor das famílias) é uma delícia ve-los juntos como se entendem e se desentende....estão sempre rindo e fazendo arte juntos, um cuida do outro e chama o outro é uma delícia.
Mas sobrinho do coração esse espaço é seu...a amizade de vocês vou continuar postando por aqui. 
Nico, a tia te ama com todo carinho e dedicação, quero estar sempre ao seu lado, saiba que você pode contar comigo e com seu tio pra tudo, alegrias e tristezas...quando seus pais brigarem com você ....correm Nico e foge pro nosso colo...rsrs
Você é nosso xódo.
Beijos Cá, Ju e Lá (desejando tudo de melhor pro Nico e que Deus o abençoe todos os dias de sua vida)


Os palhaços mais queridos do Brasil

Família linda e especial

Lara tentando assoprar a velinha

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

A polêmica cama compartilhada.

Lara está próxima de completar 2 anos (como passa rápido) e eu carrego comigo certas culpas por certas coisas não estarem como eu gostaría que estivessem, por certas coisas fugirem do meu controle.

Eu e Vida Minha compramos um apartamento na planta, putz, não se acanhe por esse comentário é PUTZ mesmo com toda letra maiúscula. E como toda obra que se prese, está atrasada e nesse período de espera estamos morando na casa de seus pais, um lugar onde somos acolhidos com muito amor, mas não é o cantinho da nossa família, se é que me entendem.

Eu, Vida Minha e Pequena Lara moramos em um quarto. Enquanto bebezinha, Lara dormia no berço, depois, a pequena (não mais tão pequena) resolveu que não queria mais ficar no berço e dele se atirava, isso mesmo, a Lara aventureira escalava o berço e se atirava no chão, caindo algumas vezes, nunca se machucando, pois havia aparadores ao seu redor e o anjo da guarda de plantão.

Palpiteiros de plantão... tira tudo do berço, protetor, travesseiro, tudo que possa ajudar a escalar.
Tudo já havia sido tirado, inclusive móbile, mosquiteiro, só havia colchão e lençol e ela continuava no seu escalar incessante.

Vida Minha e Eu conversamos e achamos melhor colocá-la em nossa cama, assim evitaria mais tombos e um eventual acidente, onde não nos perdoaríamos.Sabemos que ela tem um baita anjo da guarda, mas VAI QUE....

Só que a pequena está crescendo e eu acho que já está na hora de começar a colocá-la em sua caminha.

Palpiteros de plantão: Moramos em um só quarto, é inviável a colocação de mais uma cama dentro dele.

E fui procurar informações sobre a cama compartilhada, vi que esse assunto é mais polêmico do que imaginava, tem bandeiras de todos os tipos a respeito.

E entre blogs e artigos, achei conforto, sei que achamos conforto para o que nos convém às vezes, mas acho que nesse caso a tal da cama compartilhada pode fazer bem para pequena Lara e que isso pode ser até uns 5 anos. Pedreiros de plantão: não que vocês tenham mais 3ANOS PARA TERMINAR NOSSO APARTAMENTO, e sim que não é nocivo para Lara dormir conosco até os 5 anos.

E que isso pode ser muito bom pra ela até na fase adulta.

As crianças que dormem na mesma cama que seus pais até os 5 anos de idade tem maior probabilidade de se tornarem adultos calmos e saudáveis, dizem especialistas britânicos.
Segundo a Professora Margot Sunderland, do "Centre for Child Mental Health", no Reino Unido, problemas comportamentais futuros podem ser evitados se este tipo de conduta – dormir com os pais na mesma cama – for adotado.

Estudos mostraram que, a sensações experimentadas pelos bebês que dormem sozinhos, seriam tão danosas, quanto uma separação dos pais, aumentando assim a produção de hormônios liberados em situações de estresse.
Obviamente, cuidados devem ser tomados para se evitar que a criança fique com sua respiração prejudicada, ao ser comprimida por um de seus pais contra o leito.
A informação foi divulgada na edição eletrônica da revista "British Medical Journal".


Pesquisa de Harvard diz: Crianças precisam de toque e atenção



By Alvin Powell


A postura americana “deixe-os chorar” para com as crianças pode causar mais medos e lágrimas entre adultos, de acordo com dois pesquisadores da Faculdade de medicina de Harvard.



Ao invés de deixar o bebê chorar, os pais deveriam manter seus bebês próximos, consolá-los quando choram e levá-los para cama com eles, onde sentem-se seguros, de acordo com a pesquisa de Michael L. Commons and Patrice M. Miller do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina.


Os pesquisadores examinaram as práticas educativas aqui (nos EUA) e em outras culturas e dizem que a prática generalizada de colocar bebês em camas separadas – até mesmo em quartos separados - e não responder rapidamente ao seu choro, pode levar a incidentes de stress pós-traumático e transtorno de pânico quando estas crianças chegam à idade adulta.


O stress precoce resultante da separação causa mudanças no cérebro infantil que os tornam adultos mais suscetíveis ao stress em suas vidas, dizem Commons and Miller.



“Pais deviam reconhecer que deixar seus bebês chorando desnecessariamente prejudica o bebê de forma permanente.” diz Commons. “Isso modifica o sistema nervoso tornando-os excessivamente sensiveis a traumas futuros.”


O trabalho dos pesquisadores de Harvard é único porque tem uma abordagem multi-disciplinar, examina as funções cerebrais, o aprendizado emocional em bebês e as diferenças culturais, de acordo com Charles R. Figley, diretor do Instituto de Traumatologia da Universidade Estadual da Flórida e editor do jornal de Traumatologia.


“É muito incomum, mas extremamente importante encontrar esse tipo de interdisciplinariedade e multidisciplinariedade nos relatórios de pesquisa” diz Figley. “Ela leva em conta as diferenças culturais nas respostas emocionais das crianças e sua habilidade de lidar com o stress, incluindo o stress traumático.”


Figley disse que a pesquisa de Commons e Miller iluminou o caminho para um estudo mais aprofundado e poderia ter implicações para tudo, desde os esforços dos pais para estimular a inteligência das crianças até práticas como a circuncisão.


Commons foi professor e pesquisador do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina desde 1987 e é membro do Programa de Psiquiatria e Direito.


Miller foi pesquisadora no Programa da Escola de Psiquiatria e Direito desde 1994 e professora assistente de psicologia na Salem State College desde 1993. Ela é mestre e doutora em desenvolvimento humano pela Graduate School of Education


Os pesquisadores dizem que as práticas de educação americanas são influenciadas pelo medo de que as crianças cresçam dependentes. Mas eles dizem que os pais estão no caminho errado: o contato físico e a estabilidade os farão mais seguros e capazes de formar um relacionamento adulto, quando finalmente vão partir por si próprios.


"Nós enfatizamos tanto a independência que isso está gerando alguns efeitos colaterais negativos," disse Miller.
Os dois ganharam os holofotes, em fevereiro, quando apresentaram suas idéias na reunião anual da American Association for the Advancement of Science's (Associação Americana para o Avanço da Ciência), na Filadélfia.


Commons e Miller, usando dados de Miller, trabalharam em cima das compilações de Robert A. LeVine, Professor de Educação e Desenvolvimento Humano da Roy Edward Larsen, que comparou as práticas americanas de criar crianças com as práticas de outras culturas, particularmente o povo Gusii do Quênia. As mães Gusii dormem com seus bebês e respondem rapidamente quando o bebê chora.
"As mães Gusii, assistindo vídeos de mães dos EUA, preocuparam-se com o tempo essas mães levam para responder ao choro do bebê," disseram Commons e Miller, em seu artigo sobre o assunto.

A maneira como somos educados influencia a sociedade como um todo, dizem Commons e Miller. Americanos em geral não gostam de ser tocados e se orgulham de serem independentes ao ponto de isolamento, mesmo quando submetidos a um momento difícil ou estressante.
Apesar do juízo convencional de que os bebês devem aprender a serem deixados sozinhos, Miller disse que acredita que muitos pais "trapaceiam ", mantém o bebê no quarto com eles, pelo menos inicialmente. Além disso, uma vez que a criança possa engatinhar, ela acredita que muitos encontram seu caminho para o quarto dos pais por conta própria.
Pais americanos não deveriam se preocupar com esse comportamento ou ter medo de infantilizar ("embebezar") seus bebês, dizem Commons e Miller. Os pais devem se sentir livres para dormir com seus filhos, para manter suas crianças (toddler não tem equivalente em português, mas são crianças entre 1 e 5 anos) por perto, talvez em um colchão no mesmo quarto, e confortar o bebê quando ele chorar.
"Há maneiras de crescer e ser independente, sem traumatizar os bebês", diz Commons. "Meu conselho é manter as crianças seguras para que elas possam crescer e assumir alguns riscos".
Além do medo da dependência, os pesquisadores disseram que outros fatores têm ajudado a formar as nossas práticas educativas, incluindo os medos de que as crianças possam interferir no sexo se compartilharem o quarto com os pais e os médicos preocupam-se que o bebê possa ser ferido por um dos pais, rolando sobre ele se os pais e o bebê compartilharem a cama. Além disso, o crescimento da riqueza da nação tem ajudado a tendência para a separação, dando às famílias meios para comprar casas maiores, com quartos separados para as crianças.
O resultado, dizem Commons e Miller, é uma nação que não gosta de cuidar de seus próprios filhos, uma nação violenta marcada pelo distanciamento, relações não físicas,

Eu acho que há uma resistência real nesta cultura para cuidar das crianças ", diz Commons. Mas "castigos e abandono nunca foram uma boa maneira de se conseguir pessoas calorosas, carinhosas e independentes ".
*****

Confesso que fiquei muito aliviada ao ler tudo isso, pois dormir com a minha pequena Lara é muito bom.

Beijos Cá e Lá (dormindo juntinhas no aguardo do ap)

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Fruto de uma história linda de admiração, superações e MUITO AMOR!

Hoje estamos comemorando mês de casamento... Estamos juntos há 7 anos e comemoramos aniversários e mensários de nossa história, tanto de namoro, como de casamento. E hoje me deu uma saudade desse dia tão importante onde entregamos nossas vidas um ao outro, na cumplicidade, no amor, na admiração, na união, na força, na luta.

Dessa união veio nossa filha que tanto desejamos e veio só pra acrescentar, nos unir e nos fortalecer ainda mais.
Vida minha, obrigada por ser tão especial e meu, te amo infinito. Ganhei!!

No dia de noiva...


Pronta pra me encontrar com Vida minha...

Não contive a emoção ao vê-lo...

... ele também não...

... entre centenas de pessoas só existia nós dois...

... a felicidade não cabia dentro de nós...

... curtimos cada momento desse dia tão especial...

... que formamos uma família com muito amor.
Beijos Cá

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Meiaaaaaaaaaaaa!!! Manhê, minha MEIA!!!!!

O inverno chegou e eu apaixonada pelas meias da Puket, tratei de comprar várias meinhas sapatilhas pra pequena Lara, para ela não andar descalça.
 Sendo que agora, a pessoa não quer mais tirar as meias pra NADA. O tempo melhorou e eu não consigo colocar uma sadália pra seus dedinhos respirarem. Não sei se já leram aqui, mas a pequena tem unha encravada e não pode ficar só usando calçado fechado...
Os escândalos feitos por ela são horrorosos. Ela quer dormir, andar, passear e até tomar banho com as benditas meias. Sinceramente, não sei o que fazer.
Hoje a pessoa acordou a vizinhança inteira com seu choro e pedidos de meia, pois coloquei uma linda sandália nela.

Beijos Cá e Lá (de meias) 

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Quem disse que filho separa??!!!

Escuto muito isso por esse mundo a fora... até que o casamento acaba quando nasce o filho.
Pra mim, isso tá longe da minha realidade e não existe.
O casal que se separa depois do nascimento do filho é um casal que não está preparado para o amadurecimento, para dividir, para compreender... basta o ser humano saber usar seus melhores sentimentos. Quando estiver num relacionamento e vier o filho, ele só virá a acrescentar.
Lara não é impencílio para nada, continuamos ter nossa vida, continuamos saindo, namorando, passeando e ainda aumentamos nosso leque de opções como: cinematerna (cinema que entra criança), teatro infantil, circo, zoologico e deixo claro aqui: nunca dormimos uma noite sem a Lara, ela viaja, vai pra casa de amigos, dorme conoso lá e sempre come e dorme no seu horário. Não mudamos a rotina dela e não deixamos de viver. E ainda despertamos a criança que existe dentro de nós, pois hoje dançamos, cantamos, pintamos, colamos adesivos, soltando muitas e deliciosas gargalhadas.
Ah tá, eu só estou falando da parte boa... mas uma parte que muitos casais dizem não querer ter filhos pois vão deixar de sair, viajar... pura balela.... isso tudo é só adaptação e logo logo tudo se encaixa do jeitinho de vocês, do jeitinho da família...

Mas então vou falar aqui da parte que muito preocupa também... a rotina diária, dormir, mamar, fralda...
é, realmente temos momentos não tão fáceis, mas que isso também não é motivo de um filho separar casal, pois essa parte é preparo individual. O quanto o ser humano como indivíduo está disposto a ter alguém para ser responsável por. E se isso não estiver bem dentro de você, aí vem uma separação até interna, uma confusão de sentimentos e emoções e você se separa do mundo, de você, e não só de seu companheiro.
Ter alguém pequeno indefeso pela qual você é responsável, requer sim noites acordadas (cólicas, refluxos, febres...), fraldas e mais fraldas, choro, inquietação, mamadeiras e isso realmente é cansativo e desgastante, mas confortante e fortificante. E reconheço que, ter alguém do lado que te ajuda, que revesa, que te escuta, que enxuga suas lágrimas, que acorda só pra estar ao seu lado quando você dá de mamá, como eu tive, torna tudo muito mais lindo, forte e maravilhoso.
Eu venho aqui dar meu veredito. No meu caso, a Lara só veio pra formar o tal triângulo onde nós somos a base e ela nosso pedestal, nosso ponto mais alto. Somos uma família forte, unida e feliz onde nossa filha, sem dúvida, nos uniu muito mais do que já éramos.
 
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